<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8580750172023550388</id><updated>2012-02-16T07:16:04.307-08:00</updated><title type='text'>Ohne Kohlensäure</title><subtitle type='html'>O gás que faltava.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://ohnekohlensaure.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8580750172023550388/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ohnekohlensaure.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Mariana Ávila</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/STg1wNFY4lI/AAAAAAAAAG0/jr5jyVDK02U/S220/teste.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>22</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8580750172023550388.post-3612738606996451211</id><published>2010-02-20T08:48:00.000-08:00</published><updated>2010-02-20T08:49:28.587-08:00</updated><title type='text'>60% dos brasileiros com perda auditiva não foram diagnosticados</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: 15px; color: rgb(68, 68, 68); line-height: 18px; "&gt;&lt;p&gt;Mais de 15 milhões de brasileiros sofrem de perda auditiva. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que 278 milhões de pessoas no mundo sofram de moderada à profunda surdez, de acordo com dados censitários de 2005. Dessas, 80% moram em países em desenvolvimento.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No Brasil, uma atitude dos doentes agrava a situação. Por medo de discriminação, vergonha de não entender o que as pessoas falam, além da  falta de informação, a pessoa surda começa a se afastar dos outros.  Sendo assim,  cerca de 60% dos surdos não procuram um médico para tratamento.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Sociedade Brasileira de Otologia calcula que  30 a 35% das perdas de audição são creditadas à exposição a sons intensos, sejam eles em ambiente profissional  ou durante o lazer – traumas acústico causados principalmente por aparelhos eletrônicos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Viktor Yang possui uma produtora de eventos em Porto Alegre,  Rio Grande do Sul. Diariamente, ele organiza festas onde apenas uma das caixas de som têm a potência de 400 W rms (125 decibéis) . Mesmo quando não está trabalhando, Viktor não consegue ficar no silêncio: “Seria o fim.Eu vivo com música”.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O aconselhavel é nunca ultrapassar  85 decibéis de som em um turno de 8 horas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A perda auditiva induzida por rúido (PAIR) é muito comum entre os trabalhadores de aeroportos, industriários e policias. Entretanto,aviões, máquinas e disparos  nào monopolizam a escala de sons acima do desejável ao ouvido humano. De acordo com o instituto de saúde Viva Melhor, a maioria das atividades econômicas estão no nível de risco, causando prejuízo as empresas e a seus colaboradores.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O problema de surdez pode ser detectado nas 3 partes da ouvido: externo, médio e interno. O mais grave dos casos interfere na conexão direta com o cérebro e é irremediável. A maioria  pode ser prevenida com a rápida detecção da falha auditiva ou com aparelhos amplificadores. Os primeiros sinais de surdez encontram-se no zumbido que não abandona a pessoa.  A audição torna-se fraca e chiados atrapalham o discernimento das palavras.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Já a surdez congênita, problema de deficiência gênético, é  silenciosa. Os bebês não demostra sinais de anormalidade auditiva, mas podem ser surdos. Medidas importantes para identificação na infância  são, por exemplo, o teste da orelhinha.. Prematuridade, baixo peso e drogas utilizadas na gestação  são  causa de 50% dos problemas auditivos, a outra metade é derivada de má formação genética.  Três a cada  mil crianças nascidas tem problema de audição. O indice  é mais alto do que a incidência de hipertireóidismo encontrado no teste do pézinho,  mais aplicado e divulgado nas maternidades, onde 3 crianças a cada 10.000 sofrem da anomalia.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na terceira idade, a situação se agrava. Além de todos os conflitos existências típicos dessa etapa da vida, a depressão e o stress se acentuam pelo esforço de entendimento. Os médicos aconselham, regularmente, o check-up pelos  seguintes exames:&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center; "&gt;&lt;em&gt;Audiometria Tonal&lt;br /&gt;Audiometria Vocal&lt;br /&gt;Impedanciometria&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ciente da repercussão da causa, A OMS  estabeleceu como meta  prevenir 50% das doenças auditivas até 2010. Grupos de voluntários viajam ao redor do mundo levando informações e diagnosticando pacientes gratuitamente, pelo programa &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.who.int/pbd/deafness/activities/hearing_care/en/index.html" style="text-decoration: none; outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; color: rgb(204, 0, 0); "&gt;Primary Ear and Hearing Care&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No dia 10 de novembro, foi criado o dia Nacional de Combate e Prevenção à Surdez.  Em todo o Brasil, ocorreram passeatas e campanhas de diagnoses. Acompanhe no Twitter &lt;strong&gt;#combateasurdez&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Cada vez mais a exposição aos decibéis é elevadissima”, explica o otorrinolaringologista Eduardo Rossetto Bittencourt. ” É necessário manter uma alimentação saúdavel e evitar ambientes barulhentos”, Bittencourt  afirma que a comida funciona como a balança para o corpo, os nutrientes adquiridos também amenizam a sucessibilidade a doença.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Entrar na justiça contra o barulho pode não ser a solução. De acordo com a promotora de justiça Ana Maria Moreira Marchesan, a legislação sobre poluição sonora não é unificada e os termos que a compõe são “dissonantes”. Assim, alguém que reclama de excesso de ruído cotidiano encontra díficuldades de defesa . Apenas casos pontuais podem ser recorridos pela legislação municipal, como exposição a bares noturnos e horário de silêncio em bairros.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O ideal é procurar a &lt;a href="http://www2.portoalegre.rs.gov.br/smam/" style="text-decoration: none; outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; color: rgb(204, 0, 0); "&gt;Secretaria Municipal do Meio Ambiente &lt;/a&gt;e efetuar a denúncia.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8580750172023550388-3612738606996451211?l=ohnekohlensaure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ohnekohlensaure.blogspot.com/feeds/3612738606996451211/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8580750172023550388&amp;postID=3612738606996451211' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8580750172023550388/posts/default/3612738606996451211'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8580750172023550388/posts/default/3612738606996451211'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ohnekohlensaure.blogspot.com/2010/02/60-dos-brasileiros-com-perda-auditiva.html' title='60% dos brasileiros com perda auditiva não foram diagnosticados'/><author><name>Mariana Ávila</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/STg1wNFY4lI/AAAAAAAAAG0/jr5jyVDK02U/S220/teste.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8580750172023550388.post-8162434870532478410</id><published>2010-02-20T08:40:00.000-08:00</published><updated>2010-02-20T08:44:11.096-08:00</updated><title type='text'>Casas de conserto podem desaparecer da cidade</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: 15px; color: rgb(68, 68, 68); line-height: 18px; "&gt;&lt;p&gt;Facilidade de crédito, compras a prazo com juros baixos e redução de impostos sobre produtos novos. São muitas as vantagens e meios de comprar bens de consumo no comércio varejista. Com a competitividade desleal deste mercado superaquecido, as casas de conserto de produtos usados começam a desaparecer das cidades. Os microempreendedores preferem abrir filiais de marcas conhecidas ou revender produtos com o aporte de &lt;a href="http://http//www.sebrae.com.br/momento/o-que-o-sebrae-pode-fazer-por-mim/" target="_blank" style="text-decoration: none; outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; color: rgb(204, 0, 0); "&gt;grandes organizações&lt;/a&gt;. A qualificação nesse mercado chega com apoio de cursos preparatórios gratuitos e dicas dos setores mais lucrativos para investir com baixo capital.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na Zona Sul de Porto Alegre, entretanto, ainda é comum encontrar casas de conserto. Em um mercado ditado pela inovação e consumo descartável, tudo ainda  pode virar novo com pequenos ajustes nas mãos de artesãos. Estofados, sapatos e aparelhos eletroeletrônicos são renovados em locais especializados. A maioria das pessoas mantém o empreendimento da família, oficio passado por gerações. Os entrevistados pelo Famecos Online 1 afirmam continuar no ramo por falta de opção e relatam as dificuldades do negócio.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na época do natal, diferentemente do comércio de rua, o movimento cai. Ruth Vargas, dona de uma estofaria, diz ter perdido dois funcionários no mês de novembro. Por pagar salários baixos, os ajudantes preferiram trabalhar com contratos temporários em lojas populares no centro da cidade. “A comissão atrai as pessoas para o trabalho de fim de ano, a barriga fala mais alto”, afirma. Na Sapataria 71 da rua Nonoai, bairro Nonoai, Jefferson Sampaio, 16 anos, diz que os preço dos ajustes mal cobrem o custo do material e, muitas vezes, a loja precisa arcar com  a dívida de arrumar um  produto e o cliente não ir retirá-lo: ” A gente guarda  o sapato por alguns anos, mas quando não cabe mais no estoque, vende por um preço baixo ou da para os necessitados”.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Confira quatro histórias de pessoas que trabalham com conserto na Capital, nos drops das Histórias em Conserto:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=dGCQwADwIK8&amp;amp;feature=player_embedded"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=dGCQwADwIK8&amp;amp;feature=player_embedded&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/user/chimastropy#p/a/u/1/vz40vipU6sI"&gt;http://www.youtube.com/user/chimastropy#p/a/u/1/vz40vipU6sI&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=7RRzUOqP-zM"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=7RRzUOqP-zM&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=cot8VNFFi2w"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=cot8VNFFi2w&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://trasel.com.br/online1/?p=2285"&gt;http://trasel.com.br/online1/?p=2285&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8580750172023550388-8162434870532478410?l=ohnekohlensaure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ohnekohlensaure.blogspot.com/feeds/8162434870532478410/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8580750172023550388&amp;postID=8162434870532478410' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8580750172023550388/posts/default/8162434870532478410'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8580750172023550388/posts/default/8162434870532478410'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ohnekohlensaure.blogspot.com/2010/02/casas-de-conserto-podem-desaparecer-da.html' title='Casas de conserto podem desaparecer da cidade'/><author><name>Mariana Ávila</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/STg1wNFY4lI/AAAAAAAAAG0/jr5jyVDK02U/S220/teste.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8580750172023550388.post-7165265859499878266</id><published>2010-02-20T08:34:00.000-08:00</published><updated>2010-02-20T08:37:05.441-08:00</updated><title type='text'>Economia brasileira comemora 30 anos da Selic</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"   style="  color: rgb(68, 68, 68); line-height: 18px; font-family:'Times New Roman';font-size:15px;"&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-weight: normal; line-height: normal;  font-size:14px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;strong&gt;&lt;h1   style="margin-top: 5px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px;  line-height: 38px;  font-weight: normal; color: rgb(34, 34, 34); font-family:Georgia, Times, serif;font-size:36px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="color: rgb(68, 68, 68);  line-height: 18px;  font-family:'Times New Roman';font-size:15px;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-weight: normal; line-height: normal;  font-size:14px;"&gt;&lt;div class="entry" style="font-size: 15px; line-height: 18px; display: inline !important; "&gt;&lt;p style="display: inline !important; "&gt;A Selic completa 30 anos de existência em novembro de 2009. Entre altos e baixos – muito mais altas do que baixas- o sistema de padronização econômica controla a atividade das taxas de juros do país. Mas esse controle é efetivo para os brasileiros? Aqui você entende os mitos e fatos da porcentagem econômica mais visada do Brasil.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Queda abrupta da taxa de juros manterá 2010 com índices estáveis&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os analistas esperam que haja crescimento positivo da economia brasileira esse ano, mesmo depois de todo o fervor causado pela crise econômica mundial. Ano que vem, algo próximo de 5% indicará a taxa do PIB brasileiro. A pergunta central nessa balança de preços é: Como manter as finanças de um país estável com o livre mercado?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A resposta, encontrada atualmente pelo Bancos Central brasileiro, provêem de uma corrente de estudos chamada de novo keynesianismo, política econômica que rele Keynes. Eles acreditam na possibilidade de estimular a economia com política monetária (baixando a taxa de juros)no curto prazo. “Se o Banco Central tivesse que baixar, baixaria agora. Ele tem um modelo que aponta a Selic de equilíbrio e provavelmente dado a nossa estrutura de gastos (política fiscal), 8.75% deve estar bem próximo da Selic mínima necessária para equlibrar a economia sem pressões inflacionárias.”, explica o economista Rafael Ihara.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para o Brasil, juros baixos são considerados uma mudança radical, mas ainda estão longe dos valores dos países desenvolvidos- como a Inglaterra com taxa de 0,5%. Manter-se perto de 8,5% durante um ano é uma previsão histórico nunca antes tão baixa e estável.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Entretanto, ao longo prazo, os preços sobem (inflação) e o produto volta ao preço potencial mesmo com a retenção de juros. Para isso, quem ajuda é a capacidade ociosa da industria no país. Por mais que a demanda cresça, as empresas não precisam aumentar seus preços porque estão com máquinas paradas, podem produzir mais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;SELIC controla sistema monetário do Brasil&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A sigla Selic significa Sistema de Liquidação de Custódia e nasceu de um plano criado em novembro de 1969, com a função de agilizar o registro do destino dos títulos públicos – quem vende e quem compra – e quanto dinheiro está envolvido nas transações, como uma caderneta eletrônica de dívidas do mercado financeiro. O sistema é gerido pelo Banco Central do Brasil e operado juntamente com a Associação Nacional das Instituições do Mercado Financeiro (Andima), em seu centro operacional no Rio de Janeiro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A taxa Selic surgiu em 1999 e representa a porcentagem de uma média anual dos juros na transação dos papéis públicos. A escolha pelos títulos do Tesouro Nacional como valor básico para a economia se deu porque, teoricamente, são os de rentabilidade mais segura. Diferente de ações de mercado, que dependem do desempenho das empresas para dar lucros e variam de valor, os títulos públicos sempre terão o subsídio do governo. Isso se o país possuir uma estabilidade econômica e uma responsabilidade com os seus compradores. Antes da crise, o Brasil demonstrou ter uma economia controlada, em grande parte pela estagnação dos juros em um alto patamar, o que evitou o crescimento sem limites.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Como comparação, cabe recordar que os Estados Unidos não contavam com mecanismo semelhante. Com a ausência de um real diagnóstico do crescimento do próprio país, emitiram títulos podres no seu banco central (o Federal Reserve), e isso foi um dos fatores para a crise.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Banco Central do Brasil vende os títulos públicos – papéis que arrecadam de verbas à federação – para diversos bancos. Por bancos podemos compreender todas as instituições financeiras que os compram e vendem títulos: além do Tesouro Nacional e do Banco Central do Brasil, bancos comerciais, bancos de investimento e múltiplos, caixas econômicas, distribuidoras e corretoras de títulos e valores mobiliários e fundos de investimento. Esse bancos são os intermediários da venda do título ao cliente, o cidadão é unidade do processo. Ele custeia os investimentos através de CDBs (papel acionário do governo), Renda Fixa entre outros.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A equação para calcular os juros básicos depende de diversos fatores. Entretanto, a relação com a inflação é primordial. Quando o problema da inflação é excesso de demanda – as pessoas estão consumindo demais, os empreendedores estão investindo demais- é necessário controlar a inflação com taxa de juros, o que estanca o crescimento. Uma demanda muito alta acarreta queda do poder de compra, ou seja, compra-se muito menos, pois o valor dos produtos fica muito alto – assim, quem controla os valores é o mercado e a moeda se desvaloriza.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Conjuntura econômica depende das decisões do Copom&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A cada 45 dias, a portas fechadas, o Comitê de Política Monetária (Copom) – formado por diretores do Banco Central – divulga os novos números. A primeira queda que tendeu a uma casa decimal foi em maio deste ano. “A taxa Selic caiu 1 ponto percentual. 10,25%”, afirmou presidente do Banco Central Henrique Meirelles à imprensa na última reunião. Fernando Ferrari, professor de economia da UFRGS, reflete sobre as decisões do COPOM: “De 2001 até final de 2007 eles elevaram a taxa de juros básica abruptamente. Foi muito letárgico pra reduzir por medo da inflação.” &lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Alguns especuladores afirmavam que, com a crise, no último trimestre do ano a taxa ficaria em apenas uma casa, aproximadamente 9,25%. E ela baixou mais. O efeito da queda da taxa Selic funciona em um sistema de cadeia indireta. Ela tem força para diminuir dívidas ou aumentar lucros, mas o bolso do consumidor pode ou não ser afetado diretamente. Depende das especulações e do momento econômico que o país está vivendo como um todo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Selic não é a única pauta do Copom. O comitê dos diretores – da área financeira, de conjuntura econômica, da conjuntura comunitária- se reúnem oito vezes ao ano para saber como está a economia em âmbito nacional e internacional, a partir de indicadores. A inflação, por exemplo, é discutida através de diversos fatores: o IPCA( índice de preços ao consumidor que avalia o custo de vida do brasileiro), o índice de atacado da Getulio Vargas, o custo de vida de São Paulo, indicadores macroeconômicos de produção industrial e emprego. Esses refletem a probabilidade da inflação estourar. Comparando os índices, o banco central decide se vai diminuir a taxa de juros. Ele filtra as informações e decide as mudanças apartir desses pontos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Bancos e clientes sentem juros básicos em transações financeiras&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se alguém compra um CDB (papel acionário do governo) através do Bradesco, está injetando dinheiro no Bradesco. Assim o banco terá mais dinheiro para investir no consumidor e há uma possibilidade de diminuir o valor dos empréstimos a terceiros. Rafael Azevedo é gerente do banco HSBC e explica que a diminuição do valor da Selic não acarreta, obrigatoriamente, na diminuição dos juros repassados aos clientes dos bancos. “O valor dos serviços prestados pelo banco dependem de diversos fatores, um dos mais relevantes é a inadimplência.”. O país possui altíssimo índice de inadimplência, o que torna os juros altos. Os bancos exigem demais para garantir que as dívidas serão liquidadas. O brasileiro, de acordo com o Serasa, aumentou em 23% as dividas que não pagou no período de março comparado com fevereiro desse ano. Isso se deve principalmente à perda de empregos com a desaceleração da indústria. Os cheques que deveriam cair no fim do mês chegam aos credores sem fundos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O valor proposto dos juros ao cliente dos bancos é diferente da taxa de juros básica do Banco Central. Essa diferença se chama SPREAD bancário e é a forma que a instituição encontra para custear a manutenção dos seus serviços e obter lucros. No SPREAD, encontramos uma porcentagem destinada a impostos, outra para assegurar o pagamento- taxa de inadimplência, custos administrativos e custo de captação de recursos. O gerente Azevedo diz que a queda de taxa básica de juros é eficaz em países com mercados sólidos, pois os bancos possuem menos taxas de serviço e o cliente é um pagador confiável.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Guido Mantega, atual Ministro da Fazenda, é em teoria, quem controla o sistema inflacionário. Entretanto, o ministro e o presidente, Luis Inácio Lula da Silva, apoiam plenamente as atitudes conservadoras do BCB, sem interferir no processo.&lt;br /&gt;Luis Grohman, cientista político da UFRGS, explica que a separação firmada entre os campos político e o econômico é uma forma de legitimação de poder que surgiu com o liberalismo. “Henrique Meirelles oferece governabilidade a Lula e este, por sua vez, não mexe na estrutura econômica dominante no país“, uma forma de manter o status quo brasileiro. De direito, a onipotência do Banco Central do Brasil não é correta. “Na constituição não poderia ter essa independência, o mecanismo de controle seria a avaliação do Poder Executivo”, diz a advogada Sonia Maria Machado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Renato Abraão é integrante da comissão de cavalaria do Jockey Club do Rio Grande do Sul. Ele diz que sempre investiu em títulos públicos e lembra com pesar da época pré-Selic. “Investir em títulos com o TCB (Taxa Básica do Banco Central de 1996/99)como corretor de juros era uma loucura!’’ Os valores variavam muito mais e o lucro era imprevisível. A partir de 5 de março de 1999, a taxa Selic surgiu como chave para fins de controle de política monetária brasileira.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;publicado originamente em:&lt;a href="http://trasel.com.br/online1/?p=298"&gt;http://trasel.com.br/online1/?p=298&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8580750172023550388-7165265859499878266?l=ohnekohlensaure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ohnekohlensaure.blogspot.com/feeds/7165265859499878266/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8580750172023550388&amp;postID=7165265859499878266' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8580750172023550388/posts/default/7165265859499878266'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8580750172023550388/posts/default/7165265859499878266'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ohnekohlensaure.blogspot.com/2010/02/economia-brasileira-comemora-30-anos-da.html' title='Economia brasileira comemora 30 anos da Selic'/><author><name>Mariana Ávila</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/STg1wNFY4lI/AAAAAAAAAG0/jr5jyVDK02U/S220/teste.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8580750172023550388.post-8662875631430372109</id><published>2010-01-23T06:03:00.000-08:00</published><updated>2010-01-23T06:05:17.294-08:00</updated><title type='text'>Pucrs abraça produção de bicombustível</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: 24px; font-weight: bold; "&gt; &lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px; font-weight: normal; line-height: 22px; "&gt;O projeto Social Eco-Óleo, iniciativa dos mestrandos de química da Pucrs (PET-Quimica) com o Centro Social Marista (Cesmar) e a prefeitura de Porto Alegre, trabalha na transformação de óleo de cozinha em biodiesel, combustível renovável derivado de óleos vegetais, e está em fase de implementação. Uma mini-usina com capacidade de &lt;st1:metricconverter productid="800 litros" st="on"&gt;800  litros&lt;/st1:metricconverter&gt; de produção diária foi instalada no bairro Mario Quintana, gerando renda e inclusão a comunidade da vila Timbaúva. A iniciativa busca abranger toda a sociedade e beneficiar não somente o meio ambiente como também promover solidariedade e conscientização.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;line-height:150%;font-family:Arial"&gt;Durante entrevista coletiva para a cadeira de jornalismo especializado da Faculdade de Comunicação Social (Famecos) da Pucrs, Ronaldo Silvestre da Costa, coordenador e mentor&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;do projeto, exemplificou os desafios e abrangências do investimento. Idealizado desde 2008 com a elaboração de uma monografia para a faculdade de química, o projeto ficou em fase experimentação em laboratório por seis meses até a parceria com a RSBIO, empresa que disponibilizou o espaço físico para o processamento. “Não estamos só transformando o produto, mas sim criando uma rede de educação ambiental”, diz o pesquisador. &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;O consumidor final é a Secretaria de Meio Ambiente (SMAM), que utilizará o combustível renovável na sua frota de veículos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;line-height:150%;font-family:Arial"&gt;O óleo proveniente das frituras é recolhido em postos de coletas da universidade, escolas e restaurantes e utilizado na produção do biodiesel. Cada litro do produto doado por moradores da vila é trocado por uma moeda solidária, espécime que da direito a adquirir matérias de limpeza e produtos. Através de um processo chamado de transesterifiação, as moléculas de carbono são separadas em glicerol e glicerina, a primeira fonte de energia e a segunda matéria prima do sabão.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;Por lei,2% desses glicerol processado&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;já são adicionados ao diesel em postos de gasolina – chamado de B2- e até 2013, estima-se que por lei 5% precisarão ser complementados. Entretanto, a indústria do Cesmar não &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;tem fins comerciais. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;line-height:150%;font-family:Arial"&gt;A reutilização dessas oleaginosas industriais gera um benefício aos mananciais. Estima-se que cada litro de óleo despejado nos rios polui &lt;st1:metricconverter productid="1000 litros" st="on"&gt;1000 litros&lt;/st1:metricconverter&gt; de água. As tubulações da esgoto também são prejudicadas drasticamente com o derrame do resíduo, causando entupimento e corrosão dos canos. O resíduo da fritura, a camada preta que sobra no cozimento dos alimentos, pode ser usado como adubo e ração animal, como ensinam os participantes do Eco-Óleo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;line-height:150%;font-family:Arial"&gt;A faculdade de Farmácia da Pucrs investe na reformulação da glicerina- parte do composto não utilizado no combustível – para a produção de sabão e sabonetes.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;Se toda a universidade contribuir com o projeto, mais de 16 mil litros mensais de combustível serão produzidos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;line-height:150%;font-family:Arial"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;line-height:150%;font-family:Arial"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8580750172023550388-8662875631430372109?l=ohnekohlensaure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ohnekohlensaure.blogspot.com/feeds/8662875631430372109/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8580750172023550388&amp;postID=8662875631430372109' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8580750172023550388/posts/default/8662875631430372109'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8580750172023550388/posts/default/8662875631430372109'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ohnekohlensaure.blogspot.com/2010/01/pucrs-abraca-producao-de-bicombustivel.html' title='Pucrs abraça produção de bicombustível'/><author><name>Mariana Ávila</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/STg1wNFY4lI/AAAAAAAAAG0/jr5jyVDK02U/S220/teste.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8580750172023550388.post-4799083636308029261</id><published>2010-01-23T06:02:00.000-08:00</published><updated>2010-01-23T06:03:14.883-08:00</updated><title type='text'>Plano Real completa 15 anos com moeda estável</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;line-height:150%;font-family:Arial"&gt;Nenhum país consegue encontrar espaço significativo na macroeconômica sem ter uma &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="color:red"&gt;moeda&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; forte &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="color:red"&gt;para transações&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;. A inflação corrói o Estado e impede investimentos.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;Uma população com o dinheiro confiscado não financia a sociedade. Todas essas máximas econômicas foram amplamente debatidas e geraram o plano Real em 1994. Atualmente, a &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="color:red"&gt;moeda&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; se depara com novos desafios, como desvalorização cambial e uma possível fusão com o Mercosul.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;line-height:150%;font-family:Arial"&gt;O sociólogo Fernando Henrique Cardoso em 1993, então ministro da Fazenda do governo Itamar Franco, encaminhou à presidência estudos realizados pela PUC do Rio de Janeiro visando mudanças no setor público, privado e monetário. &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="color:red"&gt;Tal&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; ato lhe rendeu o mandato de chefe de estado nas eleições seguintes além de significativo crescimento econômico no país. “Não existe nenhum movimento na economia que não seja norteado pela política”, afirma a historiadora Maria José Barreras. &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;De acordo com a mesma, isso não significa que desmereça os atos. Afinal, as medidas provisórias 434- 457 que propiciaram a transição do URV -mecanismo para uniformização de preços e contratos- para o Real foram bem sucedidas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;line-height:150%;font-family:Arial"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Quando existe &lt;span style="color:red"&gt;muita&lt;/span&gt; inflação, o poder de compra cai. O empresário não consegue investir, a família não retém dinheiro e as contas governamentais ficam fora do controle. No momento em que o plano foi encaminhado, a inflação baixou de 47%, em maio de &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="color:red"&gt;19&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;94 para 6,8% no mês em julho &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="color:red"&gt;( DE QUE ANO?),&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; de acordo com dados do IBGE. Ela ficou ao longo do mesmo ano &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="color:red"&gt;(QUE ANO?)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; no patamar de 3% &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="color: red"&gt;e prevê-se&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; o fechamento de 4,5% no ano de 2009.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;line-height:150%;font-family:Arial"&gt;O Real deve enfrentar um novo cenário com o crescimento dos &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="color:red"&gt;países emergentes.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; Há uma expectativa que em 2050 o Yuan, &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="color:red"&gt;moeda&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; chinesa, seja a&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="color:red"&gt; moeda&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; de troca internacional. O deslocamento do consumo e &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="color:red"&gt;DA&lt;/span&gt; &lt;/b&gt;produção para os &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="color:red"&gt;PAÍSES DO&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; BRIC&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="color:red"&gt;’s&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; (Brasil, Rússia, Índia e China) revigora as transações dos &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="color:red"&gt;emergente&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;s dependentes do dólar. “Os &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="color:red"&gt;países&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; europeus ainda não aceitam o Real, talvez esse preconceito ainda precise seja quebrado com o crescimento”, afirma Alfredo Meneguetti, economista da economista da Fundação de Economia e Estatística (FEE). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Arial;font-size:130%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 15px; line-height: 22px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Arial;font-size:130%;"&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center;line-height:150%"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family:Arial"&gt;O pacote de medidas monetárias controlou a hiperinflação brasileira dos anos 90 e mantém-se em vigor após três governos&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size:16.0pt;line-height:150%;font-family:Arial"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;line-height:150%;font-family:Arial"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;line-height:150%;font-family:Arial"&gt;O Mercosul caminha para uma união completa, inclusive monetária . Entretanto, os entraves culturais, estruturais e políticos dos &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="color:red"&gt;países&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; membros ainda o restringem a uma união aduaneira.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;“A União Européia só conseguiu a moeda única após 50 anos, o Mercosul nasceu em &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="color:red"&gt;19&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; 91 e ainda tem muito a aprender”, diz o economista Meneguetti. O Brasil já faz trocas com a Argentina nas moedas locais satisfatoriamente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;line-height:150%;font-family:Arial"&gt;Crescimento que não traduz desenvolvimento. Apesar da austeridade fiscal, desindexação e do controle monetário serem aplicados com o plano, a distribuição de renda no &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="color:red"&gt;país&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; não condiz aos avanços do poder do Real. A acumulação de capital nos fundo particular, os altos juros gerados por financiamentos internacionais além das medidas assistencialistas à pobreza, impediram o &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="color:red"&gt;país &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;de conceber um plano – realmente - &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;estruturante.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8580750172023550388-4799083636308029261?l=ohnekohlensaure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ohnekohlensaure.blogspot.com/feeds/4799083636308029261/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8580750172023550388&amp;postID=4799083636308029261' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8580750172023550388/posts/default/4799083636308029261'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8580750172023550388/posts/default/4799083636308029261'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ohnekohlensaure.blogspot.com/2010/01/plano-real-completa-15-anos-com-moeda.html' title='Plano Real completa 15 anos com moeda estável'/><author><name>Mariana Ávila</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/STg1wNFY4lI/AAAAAAAAAG0/jr5jyVDK02U/S220/teste.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8580750172023550388.post-8140191240644601923</id><published>2010-01-23T06:01:00.000-08:00</published><updated>2010-01-23T06:02:12.149-08:00</updated><title type='text'>Gripe suína ensina a gerenciar crise</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;line-height:150%;font-family:Arial"&gt;O assessor de imprensa da Secretária Estadual da Saúde, Paulo Burd, palestrou nesta terça-feira, 24, sobre os desafios enfrentados na divulgação de noticias relacionada à gripe A H1N1, gripe suína, no surto deste inverno. &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;Como porta-voz de comunicação do Secretário da Saúde, Osmar Terra, Burd revelou aos estudantes de jornalismo da cadeira de Assessoria de Imprensa da Famecos a importância da organização e transparência nas informações para a gestão de crise.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;line-height:150%;font-family:Arial"&gt;O desconhecimento dos efeitos do vírus H1N1 e a possibilidade de mutação do mesmo tornou a gripe suína&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;manchete diária &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;na imprensa. O número de casos no Rio Grande do Sul alarmou com 201 mortes, mesmo que o valor não ultrapassasse os 687 óbitos por gripe convencional no mesmo período de julho do ano passado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;line-height:150%;font-family:Arial"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;A primeira medida do assessor na crise foi &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;escolher &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;três pessoas do órgão da saúde para centralizar o discurso sobre o caso: Francisco Paz, diretor do Centro Estadual de Vigilância em Saúde,&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;e dois epidemiologistas foram entrevistados pelos veículos de comunicação. &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;Estruturalmente, uma mesa em forma de “U” para coletivas semanais foi montadas na secretaria.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;Erros de gestão no começo do surto, como agendar coletivas às 10 horas da manhã, em sábados ou em locais variados, dificultaram a comunicação: “O jornalista nunca lê o release até o final, é preciso ser objetivo para alcançar resultados com a mídia”.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;line-height:150%;font-family:Arial"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;Boletins diários foram preparados para rádio e tv. &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;Os veículos reclamavam da morosidade de divulgação das informações, geralmente disponíveis no final da tarde. O assessor comenta que a estrutura da secretaria não facilitou a coleta de dados. Dividido em 19 coordenadorias regionais (CRS), a informação passa por diversos tramites até a centralização na sede &lt;st1:personname productid="em Porto Alegre." st="on"&gt;em Porto Alegre.&lt;/st1:personname&gt; “Nessa hora, o sangue frio, boa equipe de apoio e o acesso às fontes internas são essenciais”, ressalta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;line-height:150%;font-family:Arial"&gt;Muitas vezes, os próprios médicos denunciavam à imprensa a falta de material de higiene nos postos de atendimento e os riscos de epidemia por má qualificação. Burd afirma que as reclamações ajudaram a solucionar os problemas e nada pode ser “abafado” pela assessoria: “Faz parte do jogo o contraditório, assim tomamos medidas para melhorar as condições de trabalho de todos. O importante é jogar limpo com a imprensa e estar disponível”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;line-height:150%;font-family:Arial"&gt;Atualmente, com a possibilidade da segunda crise, a Saúde reúne-se mensalmente com pessoas que possam ajudar a&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;gerir o surto iminente. Diretores de hospitais, o Conselho de Medicina além&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;de uma assessoria jurídica, trabalham em conjunto para elaborar ações preventivas. Seis milhões de doses de Tamiflu, remédio utilizado para combater o H1N1, serão utilizados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;line-height:150%;font-family:Arial"&gt;A gripe suína reforçou ao assessor a importância da informação apurada. Para os jornalistas, ele aconselha nunca deixar de entender o contexto da matéria, no caso da saúde, visitando sites como da Organização Mudial da Saúde (OMS) Organização Pan-americana de Saúde (OPAS), antes de jorrar informações que comprometem vidas humanas. &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;Burd sintetiza a relação do jornalista com o assessor com uma metáfora que deixa claro a diferença entre fornecer e exigir&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;informação:&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;“Uma coisa é tomar o chopp no bar, outra é servir o chopp. É importante respeitar quem fica atrás do balcão”. O profissional da comunicação organizacional precisa ter claro o que a etimologia da sua nomenclatura expressa, o assessor é &lt;u&gt;de&lt;/u&gt; imprensa e não &lt;u&gt;da&lt;/u&gt; imprensa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;line-height:150%;font-family:Arial"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8580750172023550388-8140191240644601923?l=ohnekohlensaure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ohnekohlensaure.blogspot.com/feeds/8140191240644601923/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8580750172023550388&amp;postID=8140191240644601923' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8580750172023550388/posts/default/8140191240644601923'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8580750172023550388/posts/default/8140191240644601923'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ohnekohlensaure.blogspot.com/2010/01/gripe-suina-ensina-gerenciar-crise.html' title='Gripe suína ensina a gerenciar crise'/><author><name>Mariana Ávila</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/STg1wNFY4lI/AAAAAAAAAG0/jr5jyVDK02U/S220/teste.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8580750172023550388.post-8376307671233521696</id><published>2010-01-23T06:00:00.000-08:00</published><updated>2010-01-23T06:01:36.544-08:00</updated><title type='text'>Assessoria de Imprensa é desmistificada com visita de profissionais</title><content type='html'>&lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt; line-height:150%"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;Compromisso com a verdade e contextualização. Lemas proferidos pelas assessoras de imprensa Cátia Bandeira, Patrícia Comunello e Gládis Berlato durante a aula-exposição da terça-feira, 25, na cadeira de Assessoria de Imprensa da Faculdade de Comunicação Social (Famecos) da PUCRS.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:13.0pt;line-height:150%; font-family:Arial;color:black"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;           &lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;Com o intuito de aproximar os alunos dos valores e desafios diários de um profissional da área, as convidadas contaram experiências e esclareceram dúvidas sobre a atividade. “O trabalho de assessor não se distingue das características que fundamentam o jornalista de redação”, &lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;ressalta Gladis Berlato. Ela afirma a necessidade de &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;estar bem informado e entender a conjuntura que abrange a informação para torná-la notícia. Gladis tem 30 anos de mercado e possui seu próprio9 negócio - Froes &amp;amp; Berlato Associados - que atende clientes empresariais em âmbito nacional e internacional.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:13.0pt;line-height:150%;font-family:Arial;color:black"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;           &lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;Cátia Bandeira, proprietária da BH Comunicações, relata ter passado 15 anos em redação de jornal, e com isso, aprendido a respeitar e entender a demanda do seu público alvo como assessora: “O jornalista tem tempo para o fechamento do jornal, interesses específicos e quer tudo com agilidade e facilidade. É preciso tratá-lo como gostaríamos de ser tratados”. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:13.0pt;line-height:150%; font-family:Arial;color:black"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;A epidemia do vírus H1N1 foi um laboratório reverso de assessoria de imprensa.&lt;span style="color:black"&gt; Patrícia Comunello é assessora do Sindicato dos Médicos do Rio Grande do Sul (Simers). &lt;/span&gt;Ela defende que, ao gerenciar uma crise, deve-se escolher não só o momento, mas também a informação cabível para a divulgação do fato. “Passamos meses divulgando a necessidade de equipar os hospitais, mobilizando a imprensa para a necessidade de preparação, mas só foi noticiado o desastre quando consumado”.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;O assessor deve zelar pela imagem do seu produto e prever conseqüências.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;span style="color:black"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;Cada vez mais é preciso entender que não há restrições nas tarefas do profissional de comunicação.&lt;span style="color:black"&gt; &lt;/span&gt;Quem tem sensibilidade e humildade, consegue fazer um bom trabalho. &lt;span style="color:black"&gt;“Não é vergonha nenhuma servir cafezinho, é uma gentileza”, diz Cátia. Afinal, &lt;/span&gt;Tão difícil quanto prospectar os clientes é mantê-los. &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8580750172023550388-8376307671233521696?l=ohnekohlensaure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ohnekohlensaure.blogspot.com/feeds/8376307671233521696/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8580750172023550388&amp;postID=8376307671233521696' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8580750172023550388/posts/default/8376307671233521696'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8580750172023550388/posts/default/8376307671233521696'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ohnekohlensaure.blogspot.com/2010/01/assessoria-de-imprensa-e-desmistificada.html' title='Assessoria de Imprensa é desmistificada com visita de profissionais'/><author><name>Mariana Ávila</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/STg1wNFY4lI/AAAAAAAAAG0/jr5jyVDK02U/S220/teste.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8580750172023550388.post-6160658295187260526</id><published>2010-01-23T05:59:00.000-08:00</published><updated>2010-01-23T06:00:33.295-08:00</updated><title type='text'>Literatura viva na Feira do Livro 2009</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;!--[if gte vml 1]&gt;&lt;v:shapetype id="_x0000_t75" coordsize="21600,21600" spt="75" preferrelative="t" path="m@4@5l@4@11@9@11@9@5xe" filled="f" stroked="f"&gt;  &lt;v:stroke joinstyle="miter"&gt;  &lt;v:formulas&gt;   &lt;v:f eqn="if lineDrawn pixelLineWidth 0"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @0 1 0"&gt;   &lt;v:f eqn="sum 0 0 @1"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @2 1 2"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @3 21600 pixelWidth"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @3 21600 pixelHeight"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @0 0 1"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @6 1 2"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @7 21600 pixelWidth"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @8 21600 0"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @7 21600 pixelHeight"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @10 21600 0"&gt;  &lt;/v:formulas&gt;  &lt;v:path extrusionok="f" gradientshapeok="t" connecttype="rect"&gt;  &lt;o:lock ext="edit" aspectratio="t"&gt; &lt;/v:shapetype&gt;&lt;v:shape id="_x0000_s1026" type="#_x0000_t75" style="'position:absolute;"&gt;  &lt;v:imagedata src="file:///C:\DOCUME~1\mariana\CONFIG~1\Temp\msohtml1\01\clip_image001.jpg" title="k"&gt;  &lt;w:wrap type="square"&gt; &lt;/v:shape&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;img width="312" height="221" src="file:///C:/DOCUME~1/mariana/CONFIG~1/Temp/msohtml1/01/clip_image002.jpg" align="left" hspace="12" shapes="_x0000_s1026" /&gt;&lt;span style="font-size: 11.0pt;line-height:150%;font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;Chapeuzinho vermelho confessou preferir ser devorada pelo lobo a ser confinada às páginas da fábula. Durante as duas semanas da 55ª Feira do Livro de Porto Alegre, o público pode assistir as emoções das histórias através de 46 peças encenadas. As obras, majoritariamente infanto-juvenis, mantiveram os quatro armazéns do Cais do Porto lotados diariamente. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;line-height:150%;font-family:Arial; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;Apesar de o evento ocorrer em outubro, a parceria com as companhias de teatro começa&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;em janeiro . O objetivo é mostrar para os gaúchos o cenário cultural da cidade em um espaço centralizado e de fácil acesso. Para citar algumas, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;line-height:150%;font-family:Arial"&gt;Ameixa Fúscia Companhia Teatral, Companhia Espectral de Teatro e Companhia Alarde de Teatro participaram da feira relendo textos literários além de&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;popularizar as peças autorais. O diretor &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;line-height:150%;font-family:Arial;mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;da Oigalê Cooperativa de Atores, Hamilton Leite, apresentou a peça “Era uma vez uma fábula assombrosa”. O texto de &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;line-height:150%;font-family:Arial"&gt;Claudius Ceccon&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;line-height:150%;font-family:Arial;mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;line-height:150%; font-family:Arial"&gt;convida a pensar se queremos&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11.0pt;line-height:150%;font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt; o progresso cheio de poluição e sujeira da atualidade.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;A plateia reflete sobre o tema com a ajuda de muita fumaça proveniente de combustão de óleos&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;durante as cenas.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;line-height:150%; font-family:Arial"&gt; “&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;line-height:150%; font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;Todos os sons do espetáculo são feitos ao vivo de acordo com a sensação do público, uma mistura da interatividade dos instrumentos com o canto e grito da platéia. O teatro é um mundo de sensações”, afirma Hamilton, há 10 anos na Oigalê. A montagem continua em cartaz durante o ano no Teatro de Arena.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;line-height:150%;font-family:Arial; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial"&gt;A coordenadora&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;line-height:150%;font-family: Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt; do Teatro Sancho Pança, espaço montado para receber peças voltadas à grupos escolares no Armazém B do Cais do Porto,&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;Isabel Queiroz, explica que para assistir ao evento, as instituições de ensino&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;devem se inscrever em março. “O importante de linkar o teatro com a literatura é mostrar às crianças, de uma forma lúdica, como a história pode se transformar e como elas também podem contar histórias”, acredita Isabel. Para ela, todas as formas de expressão são pontes para que os jovens continuem buscando a leitura. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;line-height:150%;font-family:Arial; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;Os holofotes da feira não foram exclusivos dos atores. O projeto &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;Autor no Palco&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt; &lt;/b&gt;&lt;/i&gt;trouxe 17 escritores e ilustradores para o contato com estudantes. As escolas trabalharam as obras dos&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;homenageados até a data do encontro, quando é aberto o espaço para debate. O patrono, Carlos Urbim, participou da sabatina e frisou que dar assas a imaginação independe da plataforma: “Saber contar uma boa história é o que importa. Eu quero contar que sai minhoquinhas de geléia dos buraquinhos da bolacha Maria e ver todo mundo rindo!” &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8580750172023550388-6160658295187260526?l=ohnekohlensaure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ohnekohlensaure.blogspot.com/feeds/6160658295187260526/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8580750172023550388&amp;postID=6160658295187260526' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8580750172023550388/posts/default/6160658295187260526'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8580750172023550388/posts/default/6160658295187260526'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ohnekohlensaure.blogspot.com/2010/01/literatura-viva-na-feira-do-livro-2009.html' title='Literatura viva na Feira do Livro 2009'/><author><name>Mariana Ávila</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/STg1wNFY4lI/AAAAAAAAAG0/jr5jyVDK02U/S220/teste.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8580750172023550388.post-7795723282794552387</id><published>2010-01-23T05:46:00.000-08:00</published><updated>2010-01-23T05:49:36.109-08:00</updated><title type='text'>Projeto de identificação civil única não sai por conflito de poder</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;line-height:150%;font-family:Arial"&gt;O Registro de Identidade Único (RIC), projeto que visa reunir identidade, &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="color:red"&gt;CPF&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;, título de eleitor e outros documentos do cidadão sob um único número, foi &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="color:red"&gt;decretado como lei&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; há 12 anos, mas não tem previsão de implementação.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;A Polícia Federal e os Institutos de Identificação não entraram em comum acordo sobre qual órgão se responsabilizará pela armazenagem do banco de dados e &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="color:red"&gt;a emissão&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; do documento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;line-height:150%;font-family:Arial"&gt;A Polícia Federal divulgou que o ano de 2009 seria piloto para a &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="color:red"&gt;emissão &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;de um cartão eletrônico com chip contendo todas as informações dos brasileiros. &lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FF0000;"&gt;&lt;b&gt;Vinte &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;milhões de pessoas seriam englobadas anualmente pelo programa. O registro se daria através de um sistema biométrico avançado onde, inicialmente, seriam cadastrados todos os documentos do indivíduo. O RIC seria suficiente para o fornecimento de informações às instituições públicas e privadas. A justificativa para o investimento em cartões de policarbonato e no sistema integrado digital é a impossibilidade de clonagem e falsidade ideológica. O sistema atual permite que cada cidadão retire uma carteira de identidade em cada uma das unidades da federação com números diferentes e válidos. Além dessa &lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="color:red"&gt;problemática&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;, alguns estados não possuem banco de dados biométrico e não realizam a pesquisa das impressões digitais para verificar se o indivíduo já possui registro. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;line-height:150%;font-family:Arial"&gt;Legalmente, o projeto aguarda aprovação da minuta do Decreto que se encontra no Gabinete da Casa Civil, o qual visa regulamentar a Lei 9454/97 e institui o número RIC. Porém, como explica o assessor de imprensa do Instituto Nacional de Identificação da Polícia Federal de Brasília, Marcos Elias, o projeto já tem caminhado com para diversos convênios&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;com outros órgãos: “O nosso principal parceiro é o TSE que tem previsão de recadastrar todo o eleitorado, cerca de 130 milhões, até 2014. No ano passado foram recadastrados 42 mil eleitores, como piloto, e nesse ano há previsão de 4 milhões.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;line-height:150%;font-family:Arial"&gt;O presidente da Associação Nacional de Diretores de Institutos de Identificação (Andi), Luis Oliveira, diretor do Instituto Geral de Perícias da Secretaria de Segurança Pública do Rio Grande do Sul, afirma que não houve uma consulta com os institutos, por parte da Polícia Federal, e que o projeto atual é precipitado e tira a autonomia dos estados. Para ele, estes viram meros espelhos de um banco de dados de Brasília. “Nós propomos um novo projeto que interligue as capitais é não que vá contra a lógica das peculiaridades de cada um. Precisamos que nossas necessidades técnicas sejam amparadas”, afirma ao dizer da disparidade dos sistemas estaduais. Oliveira frisa que o Rio Grande do Sul já possui um sistema eficiente de identificação digital: “A cédula de papel tem um custo de dois reais para fabricação, o cartão vale 12 dólares, são coisas que não cabem no bolso do contribuinte.” O custo real de um cartão com certificação eletrônica estaria em torno de R$150,00. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;line-height:150%;font-family:Arial"&gt;Os órgãos afirmam que o projeto encontra-se em fase de adaptações.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;Há a busca de novos convênios e a espera da criação de uma comissão interministerial que regulará todos os aspectos, desde a emissão do número até a elaboração do documento, com seus itens de segurança.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8580750172023550388-7795723282794552387?l=ohnekohlensaure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ohnekohlensaure.blogspot.com/feeds/7795723282794552387/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8580750172023550388&amp;postID=7795723282794552387' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8580750172023550388/posts/default/7795723282794552387'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8580750172023550388/posts/default/7795723282794552387'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ohnekohlensaure.blogspot.com/2010/01/projeto-de-identificacao-civil-unica.html' title='Projeto de identificação civil única não sai por conflito de poder'/><author><name>Mariana Ávila</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/STg1wNFY4lI/AAAAAAAAAG0/jr5jyVDK02U/S220/teste.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8580750172023550388.post-7367014576873569622</id><published>2008-12-05T09:28:00.000-08:00</published><updated>2009-03-02T17:51:06.564-08:00</updated><title type='text'>Sustentabilidade econômica tem de ser prioridade na Amazônia</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/STlnBDKH_bI/AAAAAAAAAHc/gDFeWuGS7aw/s1600-h/green.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5276361706166549938" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 242px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/STlnBDKH_bI/AAAAAAAAAHc/gDFeWuGS7aw/s320/green.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;em&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Artigo&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/STln3thpupI/AAAAAAAAAHs/XhZqoBuV6YA/s1600-h/braq.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5276362645252455058" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 150px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/STln3thpupI/AAAAAAAAAHs/XhZqoBuV6YA/s200/braq.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A má&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/STlnBDKH_bI/AAAAAAAAAHc/gDFeWuGS7aw/s1600-h/green.jpg"&gt;&lt;/a&gt;xima“a Amazônia é o pulmão do mundo” é amplamente declamada por ambientalistas, ecologistas e pela sociedade em geral como uma tentativa de mostrar o interesse pela causa ambiental que a floresta reserva. Entretanto, mais do que cuidar do pulmão metafórico e verde que o mundo vê como a salvação para as depredações irreversíveis que já foram feitas àa terra, é preciso olhar para as pessoas que lá vivem.&lt;br /&gt;Manaus, capital do Amazonas - estado que ainda preserva boa parte da sua floresta- cresceu nos últimos 20 anos numa taxa populacional acima da média brasileira. Atualmente, com mais de dois milhões de habitantes, muitos migrantes do Sul e Nordeste, a metrópole sofre com os problemas de habitação, saneamento básico e planejamento viário. Cerca de 80% dos empregados trabalham na indústria, fundamentada na Zona Franca de Manaus. Esse pólo foi criado como uma tentativa de esquentar a economia brasileira e seguindo a política militar da década de 70 de “integrar para não entregar” a Amazônia à responsabilidade internacional. A ZF trouxe à Manaus um parque de multinacionais atraídas pela isenção de impostos. Hoje, as essas mesmas multinacionais dão emprego a toda a região, e produzem para todo o mundo inteiro.&lt;br /&gt;Diferente do que o governo insiste em dizer sobre “a estabilidade da economia brasileira perante a crise”, os trabalhadores da Zona Franca discordam e vivem uma realidade totalmente diferente daquela o que o planalto reitera em números e afirmações. Com as raízes na crise internacional, as fábricas diminuíram significativamente a produção, desacelerando o ritmo de trabalho até a completa parada de linhas. Na sexta-feira, 21 de novembro, uma empre&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/STwKSIiF8tI/AAAAAAAAAH0/61lnWaIlCYY/s1600-h/mata.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5277104170015781586" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 150px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/STwKSIiF8tI/AAAAAAAAAH0/61lnWaIlCYY/s200/mata.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;sa fabricante de carregadores de celular fechou sua principal linha de montagem. Os 400 funcionários demitidos são vítimas da crise econômica mundial.&lt;br /&gt;O consumidor, no mundo inteiro e principalmente no exterior, com medo do gasto pesar muito no bolso , resistiu ao desejo de comprar novos e potentes aparelhos celulares com medo do gasto pesar muito ao bolso. Entretanto, essa mudança de prioridades nas compras desestrutura uma pirâmide de postos de trabalhos que dependem das vendas dessas “frivolidades’’. A redução da demanda diminui a produção de aparelhos e de acessórios, como os carregadores. Dificilmente esses trabalhadores demitidos serão reinseridos no mercado de trabalho. Afinal, as Apesar das 500 indústrias com sede na região tem caráter exportador e estão , todas são dependente da economia mundial reduzindo drasticamente seu quadro de funcionários. pelo seu caráter exportador.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;O vínculo meramente trabalhista das multinacionais, elas usufruem da mão de obra local mas não do comércio nacional, fragiliza a economia amazônica, que fica a mercê da saúde financeira do globo. É necessário um novo modelo econômico para a região. A zona franca tem data específica de término, 2033, quando o governo federal pretende não abonar mais os impostos fiscais. Essa data, para muitos, significa a desertificação da região. Empresas como Siemens, Philips, Honda, Nokia e Semp-Toshiba se deslocarão para locais onde as vantagens produtivas existaem. Enquanto isso não acontece, os trabalhadores já sofrem com qualquer deslize financeiro mundial e se tornam objetos do capitalismo globalizado.&lt;br /&gt;A evasão mostrará que Manaus, quarto maior PIB per capta do país, segundo o IBGE de 2004, não passa de um hotel de capital dependente do setor industrial. A crise é o momento para repensar os pilares de uma floresta que tem toda a atenção midiática voltada àa natureza, mas é tão importante economicamente quanto as causas ambientais. Novas políticas &lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/STwKyNs3wcI/AAAAAAAAAH8/cij48Du5Sic/s1600-h/pret.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5277104721158980034" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 150px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/STwKyNs3wcI/AAAAAAAAAH8/cij48Du5Sic/s200/pret.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;desenvolvimentistas, que aliem a capacidade de produção local aos recursos naturais e desvinculem o trabalhador das multinacionais, são essenciais para a sustentabilidade amazônica. Manaus espera, ansiosamente, por menos descaso nacional com sua economia e pela reforma no sistema falido de geração de emprego. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8580750172023550388-7367014576873569622?l=ohnekohlensaure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ohnekohlensaure.blogspot.com/feeds/7367014576873569622/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8580750172023550388&amp;postID=7367014576873569622' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8580750172023550388/posts/default/7367014576873569622'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8580750172023550388/posts/default/7367014576873569622'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ohnekohlensaure.blogspot.com/2008/12/sustentabilidade-econmica-tem-de-ser.html' title='Sustentabilidade econômica tem de ser prioridade na Amazônia'/><author><name>Mariana Ávila</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/STg1wNFY4lI/AAAAAAAAAG0/jr5jyVDK02U/S220/teste.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/STlnBDKH_bI/AAAAAAAAAHc/gDFeWuGS7aw/s72-c/green.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8580750172023550388.post-2425268054549159519</id><published>2008-12-04T13:18:00.000-08:00</published><updated>2008-12-04T17:38:35.198-08:00</updated><title type='text'>Uma ODE ao niilismo</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5276047770754774434" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 230px; CURSOR: hand; HEIGHT: 210px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/SThJfmnUdaI/AAAAAAAAAHU/-azdv-O4Wag/s320/abukk.jpg" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Crítica de Teatro&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;/em&gt;&lt;div align="left"&gt;A peça “Começa a Terminar” é paradoxal desde o título. E enfadonha partindo do formato adotado: um monólogo. Apesar de se propor a ser uma copilação de textos de Samuel Beckett, não fica claro o que é texto original e o que é divagação do diretor, Antonio Abujamra, que também protagoniza a montagem.&lt;br /&gt;Com um sobretudo preto e óculos esculos, Abujamra, dependendo do foco de luz, chega a ser macabro. Sua voz possante reverberou no Teatro São Pedro questionando a platéia perguntas existencialistas. Os primeiros 20 minutos de peça se centraram em Abujamra, no meio do palco, perguntando: por que o público estava ali? Por que ele deveria estar ali? Por que nós escolhemos dividir o mesmo espaço? E chegava à conclusão que todos deveriam ir embora. Deveríamos ter ouvido o conselho.&lt;br /&gt;O cenário era simples, um pano de fundo com o nome de diversos autores clássicos da literatura mundial e uma cadeira. Abujamra também pediu uma árvore, para que ele pudesse se matar na nossa frente, mas, infelizmente, não foi atendido. A iluminação está de parabéns. Ampliou o palco e deu mais profundidade as reflexões do autor. O som, no entanto, era ensurdecedor e, muitas vezes, atrapalhava o desenrolar do espetáculo.&lt;br /&gt;Para não dizer que o autor estava completamente sozinho, um casal também se encontrava no palco. No entanto, eles representavam a consciência do espectador, e em momentos de surto, se batiam e gritavam: “Ele não disse a frase? Que frase? Está sofrendo repressão! Mentira! Ele disse a frase! Não, desfaleceu. Fale a frase!”. E Abujamra sutilmente respondia: “não vou dizer a frase”. Os escândalos fomentavam o espetáculo, ao ponto da moça do casal, uma mulher de cabelos ruivos e pele alva, arrancar as roupas e ficar com os seios amostra no palco. Para a alegria de alguns. Puro marketing.&lt;br /&gt;O espetáculo tinha a previsão de 60 minutos de duração, mas aos 45, Abujamra joga a toalha. A sensação era de que “Acabara de Terminar”uma apresentação tão longa quanto Fausto. Com mais de cem peças em seu currículo e diversos prêmios conquistados, Abu parecia cansado para o 15º Porto Alegre em Cena. Mesmo assim, honrou a fama de desconstruidor de tabus e conceitos. Antonio Abujamra provocou. Conseguiu chocar o público. No entanto, não sei bem se esse era seu intuito. Ou se havia algum intuito. Ou se o intuito era não ter intuito algum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para constar: a tão secreta frase “era eu amo Samuell Beckett”, revelada no fim. Haja paixão.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8580750172023550388-2425268054549159519?l=ohnekohlensaure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ohnekohlensaure.blogspot.com/feeds/2425268054549159519/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8580750172023550388&amp;postID=2425268054549159519' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8580750172023550388/posts/default/2425268054549159519'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8580750172023550388/posts/default/2425268054549159519'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ohnekohlensaure.blogspot.com/2008/12/uma-ode-ao-niilismo.html' title='Uma ODE ao niilismo'/><author><name>Mariana Ávila</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/STg1wNFY4lI/AAAAAAAAAG0/jr5jyVDK02U/S220/teste.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/SThJfmnUdaI/AAAAAAAAAHU/-azdv-O4Wag/s72-c/abukk.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8580750172023550388.post-7031843973171408898</id><published>2008-12-04T08:01:00.000-08:00</published><updated>2008-12-04T13:31:47.556-08:00</updated><title type='text'>Tags, as etiquetas virtuais da Web 3.0</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/STgDnFF4pII/AAAAAAAAAGg/JyEOlj6JxZs/s1600-h/eti.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5275970933381178498" style="WIDTH: 283px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/STgDnFF4pII/AAAAAAAAAGg/JyEOlj6JxZs/s320/eti.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/STgD7l6-WwI/AAAAAAAAAGo/cghJ2lYTb04/s1600-h/tag.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5275971285791169282" style="WIDTH: 309px; CURSOR: hand; HEIGHT: 226px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/STgD7l6-WwI/AAAAAAAAAGo/cghJ2lYTb04/s320/tag.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;em&gt;Artigo&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;As Post-it (etiquetas de papel grudáveis) foram aposentadas. Quadradinhas e com cores fosforescentes, eram úteis como lembrete e na separação de conteúdo nas escolas e nos escritórios. As TAGS (palavra inglesa que designa etiquetas) desempenham esse papel no mundo virtual do World Wide Web. A plataforma é outra, mas a função é a mesma: diferenciar com palavras-chaves o conteúdo que é consumido.&lt;br /&gt;Essas etiquetas virtuais colaboram para construir um vocabulário digital e formar a mitológica ( e tão real) Web 3.0. O termo que surgiu publicado pela primeira vez em uma matéria de John Markoff, jornalista do The New York Times, em 12 de novembro de 2006 ,categorizou e previu um novo sistema de compartilhamento digital: uma web semântica. Desmiuçando, essa nova internet seria capaz de “entender” o internauta e dar resposta completas e razoáveis a perguntas nos principais mecanismos de busca.&lt;br /&gt;Antes que as respostas cheguem, é preciso desenvolver um vocabulário para internet. Nada de HTML e Javas. O alfabeto é ensinado ao computador pelos próprios usuários da rede. A internet começa a conectar as palavras-chaves adicionadas aos websites e assim forma um vocabulário. Quanto mais tags forem adicionadas a um determinado conteúdo virtual, mais facilmente a internet entenderá do que se trata.O sistema funciona como blocos de Lego- como exemplifica John Markoff- onde as páginas são publicamente descritas de forma que todos possam conectá-las.&lt;br /&gt;As tags possibilitaram ao internauta de descrever com as próprias palavras o que o conteúdo lido significa para ele. Uma revolução a partir do momento que os filtros são criados pela visão dos receptores e não mais somente do emissor. Essa interatividade faz com que a informação não tenha limites de difusão e identificação. A cultura digital é um processo expansionista, uma cultura do acesso. Como defende Lucia Santaella, a partir de uma leitura de Hayles(1996): “Informação não é um quantidade conservada. Se eu lhe dou informação, você a tem e eu também. Passa-se aí da posse para o acesso. Este difere da posse porque o acesso vasculha padrões em lugar de presenças’’.&lt;br /&gt;Diversos programas utilizam o mecanismo de etiquetagem para satisfazer o consumidor. Há mais de 15 bilhões de websites na internet. Organizar e separar os conteúdos são maneiras de diminuir o caos da rede virtual. As tags nas páginas virtuais estão relacionadas ao sistema de Social Bookmarks (marcadores) que separa conteúdos e os armazena numa pagina pessoal de compartilhamento.&lt;br /&gt;Com centenas de sites indexadores, a tendência de páginas nesse formato é marca de um público que confia mais na escolha dos seus “iguais” (da própria audiência) do que de um registro fechado empresarial. A influência dos indivíduos anônimos e ao mesmo tempo tão próximos fomenta as comunidades que se guiam pelos mesmos interesses etiquetados.&lt;br /&gt;O Delicious, popular site americano de marcadores, defende ter melhorado a forma como as pessoas descobrem, lembram e compartilham o conteúdo. Cria-se uma conta e o usuário pode acessar de qualquer computador suas páginas favoritas previamente separadas ( o que antes só era possível através da ferramenta Favoritos de cada navegador). Ele pode também criar uma rede de contatos, para ver o que seus colegas acessam na internet, ou buscar conteúdos por palavras-chaves.&lt;br /&gt;O Stumble Upon, outro bookmark, diz que o que diferencia o sistema de busca nos sites especializados em marcadores de buscadores como o Google é a capacidade que você tem de determinar o que é melhor. A revista Time ressalta a respeito do Technorati, comunidade virtual que reúne informações de bloggeiros a representantes comerciais através do sistema de tags dos seus associados, que: “se o google é a referência como livraria, Technorati é a cafeteria”, ou seja, a comunidade proporciona o contato intimista, imediato e objetivo de dados com seus principais interessados.&lt;br /&gt;O internauta pode taxar tantos textos quanto fotos nos sites. As imagens virtuais são categorizadas principalmente através do Flickr. Associado ao Yahoo, o programa é um banco de imagens onde os usuários publicam suas fotos e as indexam de acordo com a sua preferência. Isso facilita a busca de imagens que, sem essa identificação, seriam anônimas no sistema virtual.&lt;br /&gt;Kevin Kelly no seu livro New Rules for the New Economy questiona até onde as ferramentas que utilizamos no mundo digital ditam nosso comportamento e que tipo de economia a tecnologia está nos proporcionando. A resposta vem com os conselhos de Carver Mead, um dos inventores dos modernos chips de computadores: “ouça a tecnologia e descubra o que ela fala a você”. É a web 3.0 reverberando.&lt;br /&gt;A web semântica nem sempre agrada os “rotulados’’e pode proporcionar o bulling. Para exemplificar a situação, o caso da atriz e cantora brasileira Preta Gil, filha do ex-ministro da cultura Gilberto Gil, delineia como o mecanismo de tag educa a internet. Preta Gil foi a uma praia do Rio de Janeiro dar um mergulho. Mas, ao sair do banho de mar, parte do biquíni da atriz havia ficado nas ondas. Por ser figura pública e celebridade, um paparazzi não perdeu a oportunidade de registrar o momento com uma foto.&lt;br /&gt;A imagem foi parar em sites da internet. A atriz se incomodou com a exposição de sua imagem e processou o Google Brasil. O mecanismo de busca, que com certeza não havia tirado a foto, foi alvo das reclamações da atriz. A acusação foi de difamação, pois, ao digitar as palavras atriz gorda, o buscador dava como possibilidade experimente também: Preta Gil.&lt;br /&gt;Entretanto, a opção aparecia não por “associação de má fé” do Google, mas pela própria semântica da internet. O evento se tornou notório, além de seminua a atriz se encontrava acima do peso. A busca pela foto foi intensa e os internautas a rotularam de gorda ao reproduzir a imagem. O buscador sempre disponibiliza conteúdos associados quando uma busca é freqüente taxada com as mesmas palavras.&lt;br /&gt;O caso se depara com um debate ético dessa internet de associações. Até quando a permissividade de resultados de buscas como essa é legal? O Google Brasil se mostrou apto a reverter a situação, como explicou o diretor de comunicação Feliz Ximenes : "fizemos um 'black list', já que era uma associação indevida. (...)O 'black list' insere um código no sistema, dizendo que não há parâmetro entre uma coisa [atriz gorda] e outra [Preta Gil]". O advogado da atriz disse que se o Google tinha a capacidade de desassociar as características, então ele foi permissível ao constrangimento. O meio é co-responsável pela divulgação, de acordo com o advogado.&lt;br /&gt;Essa inteligência virtual é meramente lingüística e não segue padrões morais.&lt;br /&gt;Se a Web 3.0 busca uma lógica humanizada, tem de ter características éticas. Impedir o bullying não seria um ato de censura, mas um mecanismo de proteção. Os bugs dessa leitura etiquetada ainda existem e devem ser discutidos. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8580750172023550388-7031843973171408898?l=ohnekohlensaure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ohnekohlensaure.blogspot.com/feeds/7031843973171408898/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8580750172023550388&amp;postID=7031843973171408898' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8580750172023550388/posts/default/7031843973171408898'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8580750172023550388/posts/default/7031843973171408898'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ohnekohlensaure.blogspot.com/2008/12/tags-as-etiquetas-virtuais-da-web-30.html' title='Tags, as etiquetas virtuais da Web 3.0'/><author><name>Mariana Ávila</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/STg1wNFY4lI/AAAAAAAAAG0/jr5jyVDK02U/S220/teste.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/STgDnFF4pII/AAAAAAAAAGg/JyEOlj6JxZs/s72-c/eti.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8580750172023550388.post-7692819308822273591</id><published>2008-12-04T06:21:00.000-08:00</published><updated>2008-12-04T13:33:27.126-08:00</updated><title type='text'>R.E.M, Barack and Roll</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/STforpcsXlI/AAAAAAAAAGA/y4DFDkLU6MQ/s1600-h/L%C3%ADviaStumpf+(30)Cyberfam.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5275941325046046290" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 214px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/STforpcsXlI/AAAAAAAAAGA/y4DFDkLU6MQ/s320/L%C3%ADviaStumpf+(30)Cyberfam.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Na noite dessa quinta-feira, 6 de novembro, o Estádio São José abrigou o que provavelmente ficará na história como seu evento mais famoso: o show da banda norte-americana R.E.M. Há 28 anos, o vocalista Michael Stipe e seu time misturam irreverência com politização e mantiveram os gaúchos por mais de duas horas em êxtase.&lt;br /&gt;O ingresso caro (de R$ 80 a R$ 300) não impediu que a lotação de 25 mil pessoas do estádio fosse quase alcançada. Primeiro show da banda em Porto Alegre e o segundo no Brasil, os roqueiros americanos apresentaram as principais músicas do álbum Accelarate, lançado em 2008, com o qual o público se mostrou familiarizado. Entretanto, foram os hits mais famosos que cativaram a audiência. Um coro uníssono entre platéia e palco vibrou em "Imitation of Life", "Losing my Religion" e "What’s the frequency, Kenneth?".&lt;br /&gt;Na platéia, entre as bandeiras coloradas, gremistas e do Brasil, placas de apoio a Barack Obama: “We Love Barack too”. O show na capital gaúcha foi o primeiro com o novo presidente americano definido oficialmente. Candidato favorito da banda, durante a apresentação no Chile o REM acompanhou no palco a contabilização dos últimos votos com alegria. No Brasil, Michael Stipe comemorou “as esperanças de uma representatividade efetiva do povo americano através de Obama” e dedicou uma música ao presidente.&lt;br /&gt;Sem parar de dançar um minuto, Stipe se encontra, aos 48 anos, em plena vitalidade. Intervenções como o uso de um megafone em "Orange Crush" e a gaita de boca em "Bad Day" só reafirmaram a criatividade da banda. Os telões mostravam os músicos em diferentes ângulos e filtros coloridos, misturando clipes com as imagens ao vivo.&lt;br /&gt;Para o público, o espetáculo começou às 17h, quando os portões foram abertos. Mas profissionais locais e a equipe internacional preparavam cada detalhe há meses. Da divulgação à montagem do palco, finalizado na segunda-feira. Teddy, 58 anos, trabalha há 20 com a venda de camisas e artigos oficiais da banda. Com seu stand no meio da platéia, o estadunidense de Wisconsin viaja o mundo todo e fala que “ a banda demorou demais para vir ao Brasil, estamos vivendo um experiência cultural incrível em Porto Alegre’’.&lt;br /&gt;O Nenhum de Nós, banda gaúcha, fez uma rápida apresentação de abertura. Afinal “o REM é nossa banda favorita e nós estamo&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/STfpudxY7bI/AAAAAAAAAGI/-hcPnlIfNj4/s1600-h/L%C3%ADviaStumpf+(46)Cyberfam.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5275942472962862514" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 214px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/STfpudxY7bI/AAAAAAAAAGI/-hcPnlIfNj4/s320/L%C3%ADviaStumpf+(46)Cyberfam.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;s tão ansiosos quanto vocês para vê-los”, disse Thedy Corrêa. Pontualmente às 22h, o baixista Mike Mills, o guitarrista Peter Bruck e o baterista Bill Rieflin acompanharam Michael Stipe no show que, sem exageros, foi melhor do ano.&lt;br /&gt;O R.E.M disponibilizará no seu site oficial as fotos e vídeos do espetáculo no “Zequinha Stadium”. O público pode contribuir na divulgação com seus registros particulares. A partir do momento que forem postados no Youtube e Flickr as fotos e vídeos com os tags (etiquetas) rembrasil –ou #rembrasil para o Twitter- as produções amadoras automaticamente aparecerão no site da banda. Visite e confira : &lt;a href="http://tour.remhq.com/"&gt;http://tour.remhq.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;fotos: Lívia Stupft/Hiper&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#333399;"&gt;Matéria pulblicada na CYBERFAM&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8580750172023550388-7692819308822273591?l=ohnekohlensaure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ohnekohlensaure.blogspot.com/feeds/7692819308822273591/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8580750172023550388&amp;postID=7692819308822273591' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8580750172023550388/posts/default/7692819308822273591'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8580750172023550388/posts/default/7692819308822273591'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ohnekohlensaure.blogspot.com/2008/12/rem-barack-and-roll.html' title='R.E.M, Barack and Roll'/><author><name>Mariana Ávila</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/STg1wNFY4lI/AAAAAAAAAG0/jr5jyVDK02U/S220/teste.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/STforpcsXlI/AAAAAAAAAGA/y4DFDkLU6MQ/s72-c/L%C3%ADviaStumpf+(30)Cyberfam.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8580750172023550388.post-4569221919298999623</id><published>2008-10-30T10:42:00.000-07:00</published><updated>2008-12-04T18:23:12.538-08:00</updated><title type='text'>Empregos temporários não garantem vaga no mercado de trabalho</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;Os últimos três meses do ano são sempre de economia aquecida. A época do Natal faz com que as lojas aumentem consideravelmente as vendas, e, com isso, é necessário contratar novos funcionários. Entretanto, os empregados temporários que o comércio procura não têm, em sua maioria, a qualificação e experiência necessária. A lei da oferta-e-procura torna-se "lei da procura" de ambos os lados.&lt;br /&gt;Dados da Associação Brasileira de Empresas e Serviços Terceirizáveis e do Trabalho Temporário (Assertem) prevêem a criação de 50 mil vagas até o final deste ano em todo o Brasil, das quais 40% ainda estão em aberto. Em Porto Alegre, as buscas por novos f&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/STf8E5TBOfI/AAAAAAAAAGY/Z8xB2IjKoGk/s1600-h/PICT0083.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5275962649518094834" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/STf8E5TBOfI/AAAAAAAAAGY/Z8xB2IjKoGk/s320/PICT0083.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;uncionários já começaram. Em uma rede varejista de calçados, o gerente Rafael Duarte (26) diz que vai aumentar em oito fucionários o quadro de 22. Eles ficarão até o dia 31 de dezembro, dependendo do movimento: "A empresa prevê 12% de lucro a mais com as festas, mas nós alcançaremos 20% nessa temporada."&lt;br /&gt;As oportunidades, entretanto, não trazem estabilidade. E preocupam tanto o empregado, quanto a família. Ana Letícia dos Santos (21) é funcionária temporária de uma companhia responsável por organizar estoques de empresas. A mãe, Ana Lucia dos Santos (39) diz que a filha terminou o segundo grau às pressas no supletivo, para se inserir no mercado de trabalho. Mesmo assim, tem dificuldade em encontrar emprego e não consegue trabalho fixo. A mãe afirma que no emprego atual "exigem demais dela, e o salário é pouco".&lt;br /&gt;Bianka Freitas (31) é gerente de uma loja de roupas. "Em novembro começam os lucros maiores por causa do 13º salário, no meio de outubro já temos várias novas funcionárias." O esforço é essencial para o sonho do posto de trabalho mesmo depois das férias natalinas. A cada cinco contratadas, três são efetivadas na rede multimarcas.&lt;br /&gt;As agências de emprego encontram-se lotadas. Na Estágio Sul de Recursos Humanos, a movimentação se dá principalmente pela possibilidade de emprego temporário nos Correios. Os servidores estão em greve em Porto Alegre, então a busca por carteiros substitutos é intensa. Jackson Cunha (18) tentou alguma destas vagas, mas como não tem segundo grau completo, não foi selecionado. A falta de qualificação é o principal problema de quem busca emprego.&lt;br /&gt;Confira aqui as entrevistas com Jackson Cunha e Eliane Labatut (38), desempregados.&lt;br /&gt;Não só o comércio movimenta os empregos temporários, mas também as eleições. Luis Claudio (43) trabalha como funcionário na campanha de um dos candidatos à prefeitura de Porto Alegre. Ele se acidentou e aproveitou os meses de licença do trabalho de entregador de bebida para procurar emprego temporário nas eleições. "Não dá pra ficar parado", afirma Luis Claudio, com a bandeira do partido nas mãos e R$ 420 para militar no segundo turno. &lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt; Matéria pulblicada na CYBERFAM&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/STfrterOvbI/AAAAAAAAAGQ/N39iIpz6xaM/s1600-h/PICT0083.JPG"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8580750172023550388-4569221919298999623?l=ohnekohlensaure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ohnekohlensaure.blogspot.com/feeds/4569221919298999623/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8580750172023550388&amp;postID=4569221919298999623' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8580750172023550388/posts/default/4569221919298999623'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8580750172023550388/posts/default/4569221919298999623'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ohnekohlensaure.blogspot.com/2008/10/empregos-temporrios-no-garantem-vaga-no.html' title='Empregos temporários não garantem vaga no mercado de trabalho'/><author><name>Mariana Ávila</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/STg1wNFY4lI/AAAAAAAAAG0/jr5jyVDK02U/S220/teste.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/STf8E5TBOfI/AAAAAAAAAGY/Z8xB2IjKoGk/s72-c/PICT0083.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8580750172023550388.post-7840099969419171048</id><published>2008-09-18T18:39:00.000-07:00</published><updated>2008-12-05T09:57:05.107-08:00</updated><title type='text'>Diploma de Jornalismo é tema de audiência pública na Assembléia Legislativa do Estado</title><content type='html'>Uma audiência pública promovida pela Comissão de Educação, Cultura, Desporto, Ciência e Tecnologia da Assembléia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul discutiu na terça-feira, 16 de setembro, a desregulamentação da profissão do jornalista. Estiveram presentes representantes do sindicato dos jornalistas, da Central Única dos Trabalhadores (CUT), da Associação Riograndense de Imprensa (ARI), das faculdades de comunicação, dos estudantes, além de deputados. As proposições expostas vão compor um documento que será encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF) manifestando a posição de defesa da obrigatoriedade do diploma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5247541795741621634" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/SNMDdecx3YI/AAAAAAAAAFA/JuiNrhRG9s4/s320/PICT0024.JPG" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;Às 9h30, o plenarinho da Assembléia Legislativa se tornou palco de uma discussão muito conhecida por parte dos jornalistas: a necessidade da formação acadêmica. Estiveram presentes na mesa de debates o vice-presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) Celso Augusto Schröder, o presidente da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom) Antônio Hohlfeldt, o diretor do Departamento de Ensino da ARI e do Departamento de Comunicação da UFRGS, Mario Rocha, o presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do RS, José Maria Rodrigues Nunes, o presidente da CUT/RS, Celso Woyciechowski, além dos deputados Frederico Antunes e Marisa Formolo.&lt;br /&gt;Desde a regulamentação como profissão, em 1969, há divergências a respeito da validade da exigência de diploma para exercer a profissão. Celso Schröder, vice-presidente da Fenaj, afirma que a discussão começou nos meados dos anos 70, com a empresa jornalística Folha de São Paulo. A organização considerava ilegítimo o diploma por uma questão puramente financeira, conforme Schröder: "Pretendendo baixar os custos da sua folha de pagamento, a Folha começa pregar a desregulamentação da profissão." Antonio Hohlfeldt afirma que a crescente divulgação na mídia dos problemas entre os políticos pode pesar na avaliação do caso do Supremo Tribunal Federal: “O que tem incomodado muito a eles é a denuncia das corrupções nos Poderes, sobretudo no Judiciário”. Gilmar Mendes, presidente do STF, mantém o julgamento do recurso na gaveta e disse que vai avaliar pessoalmente o caso.&lt;br /&gt;Schröder complementa que quem ganha com a perda do diploma são as corporações. "Os donos dos jornais decidirão quem é jornalista. Escolherão de acordo com o preço e os seus interesses particulares", prevê. O diretor do Departamento de Ensino da ARI e da UFRGS, Mario Rocha, ressalta que "fazer jornalismo não é participar de um negócio da comunicação" e a deputada e diretora da Comissão, Marisa Formolo, reforça que "aceitar a desentitucionalização é aceitar a mercantilização da profissão".&lt;br /&gt;A maioria dos parlamentares presentes demonstrou desconhecimento da causa até o presente instante. Entretanto, após o debate, a conscientização da relevância da formação foi unânime. O deputado Frederico Antunes apoiou a causa e sugeriu uma maior divulgação para o entendimento de todos. "Se o senhor não se apropriou da causa, imagine a sociedade como um todo!", reclamo uma jornalista da platéia.&lt;br /&gt;A única que expôs idéias a favor da desregulamentação foi a presidente da Executiva Nacional de Estudantes de Comunicação Social (Enecos), Marília Cancelli. Ela afirmou que a obrigatoriedade não assegura melhores salários ou formação ética. Apesar de não concordar com a maioria, Cancelli solicitou que "que seja pautado no documento a qualidade de ensino, a ética e responsabilidade profissional". O presidente do Sindicato dos Jornalistas do Rio Grande do Sul, José Maria Nunes, rebateu Marília afirmando que, no fundo, ela também era a favor do diploma, afinal “não é somente uma defesa coorporativa da profissão, mas da qualificação”.&lt;br /&gt;A audiência termina já com propostas de novos encontros. Mario Rocha sugeriu uma reunião sobre o mesmo tema na ARI, com a participação dos estudantes, e o deputado Frederico Antunes sugeriu que a Assembléia Legislativa promovesse uma audiência para discutir as concessões na comunicação e os poderes cruzados, que, na sua visão, revelam os reais conflitos de poder nas comunicações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Matéria publicada na CYBERFAM&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8580750172023550388-7840099969419171048?l=ohnekohlensaure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ohnekohlensaure.blogspot.com/feeds/7840099969419171048/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8580750172023550388&amp;postID=7840099969419171048' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8580750172023550388/posts/default/7840099969419171048'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8580750172023550388/posts/default/7840099969419171048'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ohnekohlensaure.blogspot.com/2008/09/diploma-de-jornalismo-tema-de-audincia.html' title='Diploma de Jornalismo é tema de audiência pública na Assembléia Legislativa do Estado'/><author><name>Mariana Ávila</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/STg1wNFY4lI/AAAAAAAAAG0/jr5jyVDK02U/S220/teste.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/SNMDdecx3YI/AAAAAAAAAFA/JuiNrhRG9s4/s72-c/PICT0024.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8580750172023550388.post-8030633331529521521</id><published>2008-09-18T18:38:00.000-07:00</published><updated>2008-12-05T09:58:04.463-08:00</updated><title type='text'>Ferramenta traz a Bolsa de Valores para o seu computador</title><content type='html'>Nada de gritos, bagunça e telefones tocando descontroladamente. Corretoras lançam no mercado a ferramenta de investimento em ações Home Broker. Agora, as pessoas podem comprar títulos da Bovespa em casa, através do próprio computador.&lt;br /&gt;O nome pode não ser fácil, mas o sistema, sim. Home Broker - em inglês, "investidor doméstico" - atualmente é uma das ferramentas mais práticas para o serviço de compra e venda de ações (títulos) e opções (ações em aberto) na Bovespa. No sistema tradicional, o investidor compra as ações e um corretor monitora o desempenho delas através de uma agência de corretagem. Todas as ordens de investimentos têm de ser mediadas pelo funcionário da empresa financeira. Através do Home Broker, o próprio investidor adquire, compra e monitora as ações.&lt;br /&gt;O programa é disponibilizado pelas corretoras nas suas páginas virtuais. Ele possibilita a visualização do pregão e acompanha o desempenho das ordens ao vivo. Os mesmos websites demonstram como fazer as principais operações do programa em vídeos explicativos. Atualmente, 30% dos investidores brasileiros usam essa ferramenta.&lt;br /&gt;Clique aqui para ver o sistema utilizado pela Ágora, precursora no Brasil&lt;br /&gt;Fábio Silva, 24 anos, é estudante de administração e decidiu investir através do sistema Home Broker pela praticidade. "A Bolsa tá subindo, tá descendo, e eu posso estar com meu notebook aqui, no trabalho, na praia e monitorando o que tá acontecendo", diz o estudante. Ele investe em ações pois busca uma renda extra, residual, que independe do trabalho. Fábio começou a aplicar através do sistema tradicional e, depois, conforme adquiriu confiança e conhecimento sobre os fluxos da Bolsa de Valores, partiu para o sistema Home Broker.&lt;br /&gt;Apesar do perfil médio do investidor que usa o Home Broker ser de alguém com uma noção prática do mercado, com certa experiência, Alfredo Meneghetti, economista da Fundação de Economia e Estatística, afirma que não há necessidade de conhecimento prévio. "Vai se aprendendo aos poucos", diz Meneghetti. Esse medo de investir faz com que, no Brasil, somente 1% das pessoas físicas atuem na Bolsa, aproximadamente 170 mil. Nos Estados Unidos, mais da metade da população investe em ações. Para os mais inseguros, há diversos cursos que assessoram o investimento, como os da XP investimentos. Além de literatura: três exemplos de livros são "Aprenda a Investir em Ações" e "A Operação na Bolsa via Internet", de Carlos Brum (Editora Ciência Moderna), e o best-seller "Pai Rico Pai Pobre", de Robert Kiyosaki (Editora Campus).&lt;br /&gt;O programa é disponibilizado pela maioria das corretoras, mas não todas. É necessário consultar o site da Bovespa, que contém a lista das Home Broker disponíveis, ter uma conta no banco e, com até R$ 3 mil, começar a montar a sua cartela de investimentos. O valor do serviço de Home Broker varia por corretora, mas geralmente são cobradas apenas as tarifas por transações na Bolsa, e não o uso do software.&lt;br /&gt;O economista Meneghetti afirma que "ou você entende que as empresas podem ajudar o teu futuro, ou você fica refém de banco. Isso quer dizer que você vai botar dinheiro na caderneta de poupança e eles vão te render míseros 0.7, 0.6% de lucro ao ano". Fica a dica da importância de se informar sobre o mercado acionário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Matéria publicada na CYBERFAM&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8580750172023550388-8030633331529521521?l=ohnekohlensaure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ohnekohlensaure.blogspot.com/feeds/8030633331529521521/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8580750172023550388&amp;postID=8030633331529521521' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8580750172023550388/posts/default/8030633331529521521'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8580750172023550388/posts/default/8030633331529521521'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ohnekohlensaure.blogspot.com/2008/09/ferramenta-traz-bolsa-de-valores-para-o.html' title='Ferramenta traz a Bolsa de Valores para o seu computador'/><author><name>Mariana Ávila</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/STg1wNFY4lI/AAAAAAAAAG0/jr5jyVDK02U/S220/teste.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8580750172023550388.post-7346851163382679192</id><published>2008-09-04T20:05:00.000-07:00</published><updated>2008-09-04T20:15:21.923-07:00</updated><title type='text'>E aí, tá ligado nas Eleições?</title><content type='html'>A expressão coloquial não é à toa. Os jovens participam em peso nas eleições municipais de 2008. Candidatos e eleitores mudam a imagem da política e constroem novas maneiras de participação nas questões públicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As eleições municipais de 2008 trazem, literalmente, muitas novidades. A participação maciça de candidatos jovens marca as campanhas. Atrás das urnas, no Estado do Rio Grande do Sul, o crescimento do eleitorado composto por menores- 30 mil a mais do que nas eleições de 2006, totalizando 165.593- também é significativo. Há dados que apontam 200 mil jovens votantes entre 16-29 anos.&lt;br /&gt;Lauro Hauffmann, ex-locutor do repórter Esso, acredita que "a juventude está construindo o seu futuro, e nós temos que respeitar isso". Essa participação jovem não deriva de um só fator, mas de toda uma conjuntura. A política tradicional sofre através das crises, da corrupção e das questões relacionadas com a falta de ética. De acordo com o sociólogo Adão Clóvis, existe um processo natural de decomposição das instituições. "Ali tu tens um estereótipo, do político de terno e gravata, da mulher de tailleur. Quando a política tradicional sofre essa erosão, não só a política é afetada; são as frases, o léxico e a maneira de vestir" afirma o sociólogo. Em conseqüência disto, a forma como os candidatos se apresentam muda. A busca da renovação não se restringe às novas idéias de governança, mas ao apelo físico de mudança, que é a imagem do jovem.&lt;br /&gt;José A. Bueno, 21 anos, é candidato a vereador. "Decidi me filiar ao partido após as primeiras denúncias do famoso caso do mensalão. Fiquei extremamente revoltado com o que aconteceu", relata. Adão Clóvis explica que num momento de crise os jovens têm a participação mais evidente. Eles representam a população que não pode parar a rotina cotidiana para reivindicar e usam o potencial de contestador e revolucionário para se expressar.&lt;br /&gt;A nova geração não tem o costume de sair em greves, mas nem por isso sua participação política é inexpressiva. Diego Hamester, 18 anos, diretor da União de Secundaristas das Escolas Públicas e integrante do Comitê da Juventude de Estudantes do Julinho explica: "A juventude se expressa de outras formas. Não saímos nas ruas mas nos manifestamos de outras maneiras. Uma intervenção a partir da cultura e dos esportes".&lt;br /&gt;As tribos jovens existem - emos, os que cultuam o hip hop, entre outros grupos expressivos- e têm suas próprias políticas e objeções. O trabalho dos candidatos que buscam cativar os jovens é politizá-los para mostrar as suas reivindicações à sociedade. "O jovem que vem do nosso meio e se interessa por política faz o direcionamento específico pra galera", afirma Diego.&lt;br /&gt;Gisele Borges, 24 anos, candidata a vereadora, considera que "a juventude tem uma linguagem própria, nós aproveitamos desse jeito diferenciado para passar as nossas idéias. De forma leve e com a cara da juventude. Utilizamos de identidade visual e de materiais dinâmicos que representam essa linguagem". A candidata disponibiliza em sua página pessoal na internet bonequinhas virtuais dela mesma e oferece a todos a possibilidade de adicioná-la no MSN, programa de troca de mensagens instantâneas via Internet.&lt;br /&gt;Muito do que o jovem sabe sobre política se dá através do mundo virtual. Acreditam que o meio, mais interativo, facilita a pesquisa de informações dos candidatos e proporciona maior credibilidade. Otto Herok, 27 anos, estudante de jornalismo, não vê o horário político. "Eu não assisto porque neste espaço você não consegue captar as propostas concretas que um político pode te oferecer. Acho que têm que procurar outras fontes; a imprensa, blogs especializados."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja a seguir a opinião de outros jovens sobre o horário eleitoral&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/qfMTQUsvNmU&amp;hl=en&amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/qfMTQUsvNmU&amp;hl=en&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8580750172023550388-7346851163382679192?l=ohnekohlensaure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ohnekohlensaure.blogspot.com/feeds/7346851163382679192/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8580750172023550388&amp;postID=7346851163382679192' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8580750172023550388/posts/default/7346851163382679192'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8580750172023550388/posts/default/7346851163382679192'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ohnekohlensaure.blogspot.com/2008/09/e-t-ligado-nas-eleies.html' title='E aí, tá ligado nas Eleições?'/><author><name>Mariana Ávila</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/STg1wNFY4lI/AAAAAAAAAG0/jr5jyVDK02U/S220/teste.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8580750172023550388.post-5301841768951319100</id><published>2008-08-24T10:52:00.000-07:00</published><updated>2008-12-04T07:52:45.674-08:00</updated><title type='text'>Desafio de voltar para casa</title><content type='html'>&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5238147471345782914" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/SLGjX06tEII/AAAAAAAAAEw/9-m3cw6LNMM/s320/63750016.JPG" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;O Hospital São Pedro passou pelo processo de reforma institucional,e as primeiras mudanças do sistema podem ser sentidas.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Lugar de louco é no manicômio. A idéia faz parte de um passado que os defensores da inclusão de doentes mentais na sociedade querem ver pelas costas. E estão acompanhando, pelo menos os primeiros passos, para essa concretização: alguns pacientes que já estiveram internados no Hospital Psiquiátrico São Pedro agora moram em casas, ganham o próprio dinheiro e tem o direito de gerir suas vidas.&lt;br /&gt;A Residência Terapêutica Morada São Pedro é esse novo lar. A lei Antimanicomial número 10216 de 6/4/2001 oficializou a transferência do tratamento que se concentrava na instituição hospitalar para uma rede de atenção comunitária e aberta.&lt;br /&gt;O HPSP, que abrigou doentes mentais por mais de 120 anos, segue agora as tendências da nova psiquiatria que prega a desintitucionalização.&lt;br /&gt;O processo é gradual, encontra dificuldades e busca soluções para a inclusão dos pacientes na sociedade. A construção da cidadania é o maior desafio.&lt;br /&gt;É um trabalho psicossocial amplo. Envolve grande mobilização. Mais de 30 profissionais de diversas áreas trabalham no local: massoterapeutas, psiquiatras, enfermeiros entre outros. Na vila São Pedro, uma comunidade já existente na parte de trás da instituição hospitalar, 27 casas foram construídas. Cada uma comporta quatro internos e um técnico plantonista. De 50 a 60 pacientes já foram alojados.&lt;br /&gt;A transição para a Morada é feita em etapas. Pacientes das mais diversas alas são avaliados e acompanhados por aproximadamente 30 dias até a total instalação na casa.&lt;br /&gt;Nas casas, conquistam um direito simples: liberdade de escolha. Nenhum doente mental é obrigado a realizar atividades ou permanecer nas casas.&lt;br /&gt;“O complicado da transação é que pessoas internadas por mais de 30 anos precisam aprender coisas básicas do cotidiano. Como um simples fechar de porta’’, explica a estudante de psicologia Michelle dos Santos Ramos que estagiou na Morada São Pedro.&lt;br /&gt;A idéia é que não s&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/SLGhvqwiFDI/AAAAAAAAAEo/BMg62Tv-U78/s1600-h/63750023.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5238145681912370226" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/SLGhvqwiFDI/AAAAAAAAAEo/BMg62Tv-U78/s320/63750023.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;eja apenas uma troca de endereços. É um processo de socialização. No hospital, há uma rotina fixa. Três refeições diárias, entrega de remédios e a partir das 18h30min os internos começam a dormir. Nos lares, essas pessoas descobrem outras formas de aproveitar o dia. Precisam ter responsabilidades. Manter uma casa implica em limpar, cozinhar e arrumar.&lt;br /&gt;Os funcionários não fazem tudo por eles. E sim, com eles. “E muito mais fácil resolver por eles. Ensinar, acompanhá-los nas atividades, é bem mais difícil”, diz a educadora física-sanitarista Vera Resende, que também foi uma das responsáveis pelo projeto Morada. “Foi uma inserção de espaços e valores que antes não lhes pertenciam. Se não fechar a porta, entra ladrão. A luz precisa ser apagada. A casa arrumada.”&lt;br /&gt;O programa De Volta para Casa consiste em um auxilio federal de R$240 para os doentes instalados em casas.Porto Alegre foi um dos primeiros a implantar a bolsa, que veio como alternativa em 2003. Financiado pelo SUS, mais de 50 pessoas se beneficiaram. O beneficiado usa o valor como preferir. Difere do auxílio que já recebiam do governo estadual, o Fundo Loas, no qual é necessário prestar contas- do fumo à comida. Apesar do valor maior, R$405, o Loas interdita as pessoas, que tem suas escolhas sujeitas à aprovação. Elas não podem gerir seu dinheiro.&lt;br /&gt;No local ,onde foi construída a Morada, há uma vila. Uma comunidade carente instalada em um terreno invadido que aguardava a liberação fundiária. O governo prometeu a eles a construção de casas populares. A população as recebeu simultaneamente a construção da Morada São Pedro. 30 casas para os moradores da vila, ao lado das 27 dos desintitucionalizados. Entretanto, não foram suficientes para todos da comunidade local, que continua boa parte, morando em casebres.&lt;br /&gt;''Muitos dos doentes têm medo de morar lá. A região tem tráfico, os saques são constantes’’, diz a estagiária Michele Ramos.&lt;br /&gt;Vera Resende justifica que a morada foi instalada na região por diversos fatores. Primeiro, a disponibilidade. O terreno foi doado. O ideal do projeto de desintitucionalização são casas espalhadas por diferentes bairros da cidade. Cada paciente poderia contar com o apoio de Centros de Apoio Psicossociais locais, CAPS, como acontece em outras partes do país. Porém, o ideal é muito mais caro.&lt;br /&gt;Também há a questão política. O projeto que estava em andamento desde 1999 não poderia esperar a troca de governo. Mudança governamental acarreta em mudanças de prioridades. Não havia como perder a oportunidade.&lt;br /&gt;Vera acredita que outros bairros seriam hostis à instalação das casas, porque existe preconceito com o projeto. “Os moradores de bairros mais nobres não iriam aceitar ter como vizinho um doente mental, é preciso uma conscientização da sociedade.’’ A proximidade com o hospital facilita a assistência psiquiátrica.&lt;br /&gt;A física-sanitarista acredita que a interação foi bem sucedida. Muitos moradores começaram a trabalhar nas casas dos próprios ex-internos. A questão da violência, ela diz ser um problema de toda a cidade, não só da vila.&lt;br /&gt;Muitos funcionários do São Pedro não são a favor da troca de residência. Assim, perdem a segurança do emprego dentro do hospital. Tentam convencer os internos que não vale a pena o mundo de fora. Mais de 50% fica com medo de abandonar a instituição.&lt;br /&gt;Aos poucos, os pacientes vêem que a advertência que recebiam não passava de um susto. E que há conveniências na mudança. Uma pesquisa recente revela que ouve uma melhora na maneira de resolver os problemas diários e uma diminuição na medicação.&lt;br /&gt;Os internos do São Pedro faziam serviços obrigatórios: lavagem de carro, agricultura e crochê. Um mês de colheita era remunerada em R$50.&lt;br /&gt;Uma senhora, que preferiu não ser identificada, comenta que trabalhou toda a vida no São Pedro. Agora, considera-se aposentada na Morada. Diz aproveitar o descanso e fazer apenas as atividades que a interessam como a oficina de modelagem.&lt;br /&gt;Os pacientes foram muito além dos muros do São Pedro. Em 2005, três residentes em saúde elaboraram uma produção escrita intitulada A História de uma Travessia sobre a transição dos pacientes. Ela acabou recebendo menção honrosa no III Congresso de Saúde Mental e Direitos Humanos realizado em Buenos Aires. E os pacientes, acompanharam a premiação e viveram uma nova experiência com a viagem à Argentina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;&lt;strong&gt;Um jornalista no manicômio&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A situação dos hospitais psiquiátricos no Brasil já era degradante na década de 70, tanto que o jornalista Sérgio Capparelli, então com 20 anos, resolveu viver a experiência de uma internação no HPSP. O resultado de desesperantes 30 horas passadas na instituição foi publicado em uma série de reportagens no extinto jornal Folha da Manhã.&lt;br /&gt;Capparelli diz ter entrado no dia 30 de outubro de 1975 em uma prisão. Tudo era fechado à chave, nenhuma janela aberta. A ameaça da injeção tranqüilizante impunha ordem entre os internos. Os comprimidos soníferos eram entregues nas refeições. O repórter não os engoliu.&lt;br /&gt;Os detalhes foram captados ao anoitecer. O refeitório era um circuito fechado de loucura. Não havia realidade que sustentasse o ambiente.&lt;br /&gt;Capparelli diz que os sedativos davam aos alienados uma tranqüilidade diferente, desesperada. Depois, sob o efeito de sono e de remédios, soltavam palavras ao acaso:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Felicidade foi embora!&lt;br /&gt;-Você conhece Maomé?&lt;br /&gt;-Paizinho! Não deixe ele fazer isso comigo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cigarro definia o status. Controlado pelos funcionários, quem possuía o fumo se diferenciava entre os internos de uniforme azul e letras garrafais HPSP no peito.&lt;br /&gt;Bêbados, mendigos, débeis e velhos. Toda a escória da sociedade estava no São Pedro, indiferentemente tratados.&lt;br /&gt;Atualmente em Bruxelas, o jornalista Capparelli comenta sobre a experiência. Na época, o hospital abrigava 4 mil internos. Ele ficou na ala dos indigentes, alegando não ter família na cidade. A idéia da matéria surgiu logo após voltar da Europa e conhecer instituições que tratavam a loucura de outra forma. Em Munique as instituições eram auto-geridas pelos loucos. Os britânicos pregavam a anti-psiquiatria. A pauta tinha o intuito de relatar a violência da instituição psiquiátrica.&lt;br /&gt;Comenta não ter sentido medo. Entretanto, não dormiu por precaução. Não aprova toda a exposição que passou para realizar essa matéria. Os surtos dos pacientes eram constantes. “Lá, eu comi bem. Note que bem é muito relativo. Eu diria que comi melhor do que em uma casa de estudante’’. Ficou satisfeito com a repercussão da matéria que mostrou para a sociedade um sistema de saúde mental falido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;Uma imagem e seu personagens&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5238149019220720210" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/SLGkx7M2OlI/AAAAAAAAAE4/o65hDoIh-ZQ/s320/63750038.JPG" border="0" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O Hospital agora mostra sinais do tempo. As paredes estão descascadas, sujas e cobertas de limo. Nos gramados da instituição, vagam homens ao sol.&lt;br /&gt;O vigia ainda controla o cigarro dos ainda internos. Por não ter ganho o seu, uma senhora fuma um pedaço de jornal. Ela sorri. A boca com poucos dentes não emite qualquer palavras.&lt;br /&gt;Dois homens estavam do lado de fora dos portões, Cleiton e Lauri, e diziam esperar o ônibus das cinco.&lt;br /&gt;O menino Cleiton, de 17 anos, não tem um dos olhos. Os cadarços do tênis foram tirados para não correr perigo em momentos de crise. Recebeu alta depois da segunda vez internado. Pretende terminar o Ensino Médio e trabalhar como engraxate.&lt;br /&gt;Lauri acabara de sair da internação. Estava na ala de agudos Mario Martins. “Saí meio pateta, meio bisonho. Tava fazendo muito tratamento, tomando muito remédio’’. Ele diz que uma inflamação no dente o colocou no hospital. “A dor deixa um meio louco’’. Quando foi internado, disse que o confinavam em um corredor. “Capaz que esse monte de guarda vão deixar a gente sair’’.&lt;br /&gt;Um casal caminha em direção ao São Pedro. Nas mãos, sacolas de supermercados. Ex- internos. Atuais residentes da Morada. Casados.&lt;br /&gt;Os símbolos são múltiplos. A liberdade de sair. O consumismo e o direito de escolha. A união de pessoas que por anos foram separadas por alas. A reforma institucional. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;fotos: Alexandre Külnig&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8580750172023550388-5301841768951319100?l=ohnekohlensaure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ohnekohlensaure.blogspot.com/feeds/5301841768951319100/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8580750172023550388&amp;postID=5301841768951319100' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8580750172023550388/posts/default/5301841768951319100'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8580750172023550388/posts/default/5301841768951319100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ohnekohlensaure.blogspot.com/2008/08/desafio-de-voltar-para-casa.html' title='Desafio de voltar para casa'/><author><name>Mariana Ávila</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/STg1wNFY4lI/AAAAAAAAAG0/jr5jyVDK02U/S220/teste.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/SLGjX06tEII/AAAAAAAAAEw/9-m3cw6LNMM/s72-c/63750016.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8580750172023550388.post-750037675799943850</id><published>2008-08-23T22:25:00.000-07:00</published><updated>2008-08-23T22:39:57.496-07:00</updated><title type='text'>''Queremos todos que ligam a televisão''</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Marcos Martinelli em entrevista coletiva enfatiza a aposta do jornalismo como chave da credibilidade da Record News&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;“Rbs é uma concorrência qualquer. &lt;/span&gt;O avô do Maurício Sirotsky era um judeu pobre que andava de carona com o meu avô, um alemão rico”&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;.&lt;/span&gt; A rixa é clara, mas Marcos Martinelli demonstra que não tem medo de inovar para alcançar seu lugar ao sol. Formado em Direito, um bonito diploma que nunca saiu da gaveta, Martinelli escolheu o jornalismo por sobrevivência. Mais velho de quatro irmãos e filho de mãe solteira, foi de estafeta de uma rádio de Passo Fundo à manda-chuva na emissora que está ameaçando a hegemonia televisiva global. “Quem sabe, passa na peneira” fala com orgulho.&lt;br /&gt;A emissora de Edir Macedo anda incomodando a Globo ao comprar a finada Rede Mulher e a substituir pela Record News. No Rio Grande do Sul, a filial foi estabelecida na Rede Guaíba e Marcos Martinelli reformulou o espaço com uma redação integrada, contratou profissionais de confiança e assumiu o discurso da personalização da informação. “Queremos ouvir os sotaques, ver a cara das pessoas da região” diz Martinelli. Indagado se isso seria apenas mais uma jogada de marketing , ele responde “Marketing em uma semana o programa morre, o regionalismo é a busca de um nicho’’ A proposta é um ato ousado que visa a democratização informação. Canais somente de notícias eram exclusividade da televisão a cabo brasileira. E canal a cabo é majoritariamente da elite. “O que é informação? É dar oportunidade escolha, das pessoas se pautarem, pensar, comprar melhor, fugir de um terremoto!’ exalta o entrevistado.&lt;br /&gt;Quando questionado sobre a legalidade de ter mais de uma emissora ter mais de um canal na rede aberta, Maritinelli foi ríspido “ A RBS têm a Tv Rural, Tvcom e a RBS TV. Alguém alguma vez se queixou da legalidade destas? Ora, isso é jogo de interesses!”&lt;br /&gt;O formato do jornalismo da Record muito se assemelha ao do jornalismo da sua principal concorrente. Assim como muitos profissionais que trabalham na emissora eram do veículo Globo. Sobre o assunto, Martinelli é categórico &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;“Televisão não nasceu com a Globo e o PT não foi o primeiro partido no mundo”&lt;/span&gt; CBS, NBC e o próprio noticiário da BBC usam o mesmo formato de noticiário, a Record apenas adaptou um modelo padrão. Os profissionais foram contratados da emissora concorrente por terem eficiência, qualificação. “ É claro que vamos chamar gente da Globo, além do grande número, o processo de seleção deles é apuradíssimo. Quem tá na Globo é bom, mesmo que não esteja no lugar certo” admite.&lt;br /&gt;Mesmo com um Jornalismo sem Ana Paula padrão ou Boris Casoy a audiência mantém-se estável. Na emissora trabalham profissionais, e não estrelas. Por isso a grande aposta na credibilidade, veiculada a qualidade da notícia e não na cruzada de pernas da entrevistadora.&lt;br /&gt;Martinelli faz a analogia que Record funciona como a fé de um evangélico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem vai ao culto da igreja, vai independente de quem é o pastor. Quem assiste a Record, acredita no que lá veiculado.&lt;br /&gt;A emissora, apesar de pertencer ao bispo da Igreja Universal do Reino de Deus, mantém um jornalismo desvinculado da religião. Questionado se acaso a emissora muda-se de postura e viesse a comprometer o jornalismo com as ideologias da igreja, Martinelli confessa “ Na teoria, não. Sou a favor do jornalismo democrático. Mas tenho a pensão da minha filha para sustentar’’ &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8580750172023550388-750037675799943850?l=ohnekohlensaure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ohnekohlensaure.blogspot.com/feeds/750037675799943850/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8580750172023550388&amp;postID=750037675799943850' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8580750172023550388/posts/default/750037675799943850'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8580750172023550388/posts/default/750037675799943850'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ohnekohlensaure.blogspot.com/2008/08/queremos-todos-que-ligam-televiso.html' title='&apos;&apos;Queremos todos que ligam a televisão&apos;&apos;'/><author><name>Mariana Ávila</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/STg1wNFY4lI/AAAAAAAAAG0/jr5jyVDK02U/S220/teste.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8580750172023550388.post-524059091122857580</id><published>2008-08-23T22:17:00.000-07:00</published><updated>2008-12-04T13:34:48.632-08:00</updated><title type='text'>C'est la vie</title><content type='html'>&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5237949675599885554" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/SLDvemWA9PI/AAAAAAAAAEQ/bvIVvwKKT4o/s320/tia+av%C3%B3.bmp" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Soraia era mãe de dez filhos. Três meninos e sete meninas. Uma mulher exemplar; dona de casa e esposa dedicada. Entretanto, nenhum vestígio de sorriso em seus lábios.&lt;br /&gt;Guardava no oratório, entre a bíblia e as receitas de bolo, as revistas de moda. Mas não eram os modelitos que lhe chamavam a atenção. E sim, as modelos. As garotas de revista. Queria ser uma delas.&lt;br /&gt;Seus longos cabelos negros, nunca antes pintados, eram sedosos como favo. A pele clara transparecia a origem aristocrata. Sua cútis era tão macia quanto um pêssego.&lt;br /&gt;Na frente do espelho, passando batom, lembrava nostálgica do tempo em que sua cintura fora tão delineada quanto à de Martha Rocha. Ao levantar-se, o reflexo do mesmo recusava esconder a maternidade.&lt;br /&gt;Não havia tempo para lamentação. Entrou na carroça e ajeitou o coque bem firmado em sua nuca. No estúdio fotográfico, preparou sua melhor pose. De perfil: lábios cirrados , ombros eretos e olhar ao léu.&lt;br /&gt;Um clique. A foto fica pronta. A revelação, perfeita. Mas a imagem da moça nunca foi publicada pela imprensa. Foi para o álbum da família. Registrou um sonho interrompido.&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Crônica&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8580750172023550388-524059091122857580?l=ohnekohlensaure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ohnekohlensaure.blogspot.com/feeds/524059091122857580/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8580750172023550388&amp;postID=524059091122857580' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8580750172023550388/posts/default/524059091122857580'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8580750172023550388/posts/default/524059091122857580'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ohnekohlensaure.blogspot.com/2008/08/cest-la-vie.html' title='C&apos;est la vie'/><author><name>Mariana Ávila</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/STg1wNFY4lI/AAAAAAAAAG0/jr5jyVDK02U/S220/teste.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/SLDvemWA9PI/AAAAAAAAAEQ/bvIVvwKKT4o/s72-c/tia+av%C3%B3.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8580750172023550388.post-6274582857065273043</id><published>2008-08-23T18:42:00.000-07:00</published><updated>2008-08-23T18:48:53.910-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/SLC96wu1pbI/AAAAAAAAADA/ZmHGJ23sCCU/s1600-h/bio.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5237895183843304882" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/SLC96wu1pbI/AAAAAAAAADA/ZmHGJ23sCCU/s400/bio.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8580750172023550388-6274582857065273043?l=ohnekohlensaure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ohnekohlensaure.blogspot.com/feeds/6274582857065273043/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8580750172023550388&amp;postID=6274582857065273043' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8580750172023550388/posts/default/6274582857065273043'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8580750172023550388/posts/default/6274582857065273043'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ohnekohlensaure.blogspot.com/2008/08/blog-post.html' title=''/><author><name>Mariana Ávila</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/STg1wNFY4lI/AAAAAAAAAG0/jr5jyVDK02U/S220/teste.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/SLC96wu1pbI/AAAAAAAAADA/ZmHGJ23sCCU/s72-c/bio.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8580750172023550388.post-4489635365318682701</id><published>2008-08-23T18:11:00.000-07:00</published><updated>2008-08-24T17:51:09.280-07:00</updated><title type='text'>Quem quer ser professor?</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/SLDI6ViRKPI/AAAAAAAAAD4/2mGidRo0ZZQ/s1600-h/profi.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5237907271170730226" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/SLDI6ViRKPI/AAAAAAAAAD4/2mGidRo0ZZQ/s200/profi.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;Mesmo com as intermináveis crises no magistério estadual, há quem ainda acredite na vocação de lecionar. Ou quem necessite dela para sobreviver. Veja como estes trabalhadores sobrevivem e lutam em prol de seus direitos e de uma educação de qualidade &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;As filhas de fazendeiros tiveram seu primeiro emprego nas estâncias lecionando. Inicialmente, uma profissão majoritariamente exercida por mulheres que cursavam o magistério por terem o ‘dom’ e eram sustentadas por seus maridos. Atualmente, o panorama se encontra muito diferente, mas os salários dos professores continuam bucólicos. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;O dom foi desgastado pelo pouco incentivo profissional. Os problemas ultrapassam a sala de aula e se infiltram na casa de professores e alunos.&lt;br /&gt;Algumas escolas estaduais estão sofrendo enturmação e multisseriação, o que dificulta a aprendizagem do aluno que divide a sala com outros das mais diversas séries e não consegue ter uma ajuda diferenciada do professor.&lt;br /&gt;As verbas estaduais foram reduzidas em 30%, o que fez laboratórios de informática e ciências fecharem. Também foi criado um projeto de sistema de avaliação externa (SAERS) no qual uma prova é aplicada ao final do semestre e as escolas estaduais que não alcançarem resultados satisfatórios serão fechadas. Os resultados comprovarão que em 2007 os alunos tiveram uma queda brutal na educação e justificará a implementação da municipalização ou a terceirização das escolas. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;A situação dos professores também é delicada. Os contratados emergencialmente não tem a garantia de manutenção do emprego. Os gaúchos possuem o quinto salário mais baixo do país no magistério e não há um incentivo a especialização por parte do estado. Sem contar com uma defasagem salarial ocorrida no plano de carreira de 74. Comparado com a época, o professor perdeu 300% poder aquisitivo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Mesmo assim ainda ouvimos frases como esta de membros do magistério : “Nós trabalhamos com o filho da classe trabalhadora, com o futuro trabalhador. É necessário que esse ser humano tenha as mesmas condição de disputa, mesmas condições de vida, daqueles pertencentes ao topo da pirâmide social’’ diz Marlene Machado, professora estadual. As crises podem ser acentuadas, mas ainda há luta.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;A GREVE COMO ARMA &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5237896332268292738" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/SLC-9m8sSoI/AAAAAAAAADI/_wtxJiqDaeo/s320/sineta.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;São 7 horas da manhã do dia 7 de Novembro de 2007. Três colunas se deslocam em Porto Alegre.A primeira, parte da Rodoviária; a segunda, do Hospital São Pedro; e a terceira da Fundação de Atendimento Sócio Educativo do Rio Grande do Sul (FASE-RS). Uma bandeira é compartilhada: ‘Pare agora, ou pague para sempre’. Neste mesma hora, no dia anterior, estes mesmos professores do estado estavam em sala de aula. Agora, rumavam à Assembléia Legislativa para protestar contra a votação do ‘pacotaço da Yeda’, constituído de uma série de projetos, entre eles, um que aumenta as alíquotas do ICMS. Outro projeto, o 390, trata sobre a lei de responsabilidade fiscal estadual. Pouco divulgado na mídia, o 390 é um projeto de lei que congela o salário dos servidores, impede a contratação de novos servidores ao menos que haja caso de falecimento ou aposentadoria. “O projeto 390 é o que vai promover todo o desmonte do Estado, faz com que o serviço público já sucateado fique em condições muito mais precárias. Nós temos a preocupação de fazer esta denuncia” diz Simone Goldschimidt, atual presidente dos 42 núcleos do Centro dos Professores do Rio Grande do Sul- Sindicato (CPERS) que se envolveram na mobilização em todo o estado do Rio Grande do Sul.Também no pacote consta o regime da previdência do servidores públicos e estaduais e a transferência de contratação de pessoal e gestão administrativa de setores governamentais para organizações da sociedade civil de interesse público (OSCIPS). Estas instituições estarão gerenciando com o dinheiro público,e de forma como se fosse privada, serviços que deveriam ser de responsabilidade do estado como a saúde e a educação.&lt;br /&gt;A manifestação chegou à porta do presidente do senado que prontamente se manifestou impotente em relação a vetar as medidas. “Democraticamente esses assuntos serão deliberados, só quem pode tirar o projeto de pauta é o próprio executivo. Então se o executivo achar que não é o momento de votar, que deve ser feito as correções propostas por vários segmentos, o governo então vai fazer essa retirada’’. A votação para paralizar a votação da medida ocorrerá no dia 9 deste mesmo mês. Os professores, organizados justamente com outros sindicatos lutam para que o estado assuma as responsabilidades sociais mesmo sofrendo represália da sociedade civil e pagando por isso. No governo Collaris ,por exemplo, os 19 dias de greve foram recuperadas, os alunos tiveram estas aulas repostas mas eles não tiveram este vencimento pago. Lula disse em uma declaração, que o servidor público tendo seu salário e fazendo greve recebendo, seriam férias. Apesar disso, o sindicato CPERS atua a 62 anos e é o maior sindicato do estado. “A única ferramenta que temos para romper o autoritarismo e da falta de negociação com os governos, é um movimento de greve. É a ultima arma que a gente usa, mas é efetivo.” diz Goldschimdt.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8580750172023550388-4489635365318682701?l=ohnekohlensaure.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ohnekohlensaure.blogspot.com/feeds/4489635365318682701/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8580750172023550388&amp;postID=4489635365318682701' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8580750172023550388/posts/default/4489635365318682701'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8580750172023550388/posts/default/4489635365318682701'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ohnekohlensaure.blogspot.com/2008/08/quem-quer-ser-professor.html' title='Quem quer ser professor?'/><author><name>Mariana Ávila</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='17' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/STg1wNFY4lI/AAAAAAAAAG0/jr5jyVDK02U/S220/teste.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_wP6WwBq6_9E/SLDI6ViRKPI/AAAAAAAAAD4/2mGidRo0ZZQ/s72-c/profi.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
